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Publicado por Matateu


O humor na publicidade, uma faca de dois gumes

A utilização do humor na publicidade vem amadurecendo constantemente e já não é visto como algo amador ou sem objectivos lucrativos para as marcas. – Inova House

Realmente o humor tem trazido um novo feeling nas campanhas e algumas marcas tem sabido aproveitar essa arte milenar, mas nem tudo é um mar de rosas, com a evolução dos memes, paródias o nível de atenção dos consumidores subiu de forma muito louca, uma piada mal contada associada a uma marca pode cair mal e tornar a marca o maior palhaço do circo.

É importante que as marcas saibam onde integrar o humor, não deve ser algo muito óbvio como temos visto com várias marcas, mas sim, algo sutil e com poucos detalhes humorísticos. O humor evoluiu…. ler artigo completo

 

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Guerrilha, a estratégia para não ser ignorado.

De uns tempos para cá, é bem visível a redução do impacto das campanhas ‘comuns’, a maior parte destas campanhas não tem nada de errado (apenas são conservadoras). Senão vejamos têm uma óptima produção, boa história e uma equipa altamente treinada para criar um boa comunicação, porém, o que todos sabemos é que os consumidores não conseguem mais captar as mensagens e apegar-se, isto deve-se a quantidade elevada de informações diárias que recebemos, por isso intrigar é a nova batalha do Marketing.

É raro ver um consumidor a ver 10 vezes a mesma campanha e dizer ‘quem são os que fizeram isso’ ou ‘essa marca não para de surpreender-me’, isto acontece porque o consumidor já consegue prever uma campanha com base nos padrões usados (comuns), e muitas vezes as marcas cometem o erro de fazer o mesmo que o concorrente.

Por exemplo: Se uma marca de veículos faz uma campanha onde exalta as características do veículo a probabilidade do concorrente fazer o mesmo é maior, pois acredita que só assim estará em pé de igualdade com outrem, errado, eis aqui a deixa que o mercado têm para começar a prever campanhas e assim antes mesmo de dizer o nosso carro é ……. o cliente já sabe como termina a história, e sem pena troca logo de canal se for TV ou pega o jornal/revista para limpar os vidros de for impresso.

Antigamente esse tipo de Marketing tinha muito poder, igualmente teve muito poder a pintura em muros, autocolantes, pinturas em veículos e muito mais. Mas hoje, nem pago o consumidor dança a essa música.

Eis aqui a necessidade de entrar para Guerrilha e apostar em Marketing espontâneo, pois, o seu DNA é baseado em criar o novo e chamativo o que cria um impacto directo naquele exacto momento (intrigar as pessoas e fazê-las comentar e auto-questionar). As campanhas de Guerrilha não são exigentes no Budget, porque fazem uma Big Picture a partir de pedacinhos do nada. Um dos princípios básicos do Marketing de Guerrilha é abandonar as mídias comuns criando novas opções de comunicar, seguindo a ideia “não compre mídia, crie uma”.

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A necessidade do novo ‘LOCAL’ no Marketing de hoje

A dias atrás participei de dois eventos organizados pelo Mobile Monday e outro pelo Espaço de Inovação da UEM, o convidado era Leo Burd um expert e pesquisador do MIT na área de ICT4D. No seu discurso Leo falou algo interessante e que muitos de nós vive e é o seguinte: É mais fácil saber o que está acontecendo na cidade do que o que está acontecendo no nosso quarteirão ou outra rua da esquina. Este é um dos tantos motivos que o levou e leva a desenhar soluções móveis sociais viradas para as comunidades locais.

A realidade acima é patente no conceito do LOCAL no marketing de hoje. Algumas marcas tem investido no Marketing e o seu amor pelo LOCAL é inegociável (Eu gosto), no entanto o LOCAL de 5 ou 10 anos atrás já não é o de hoje. Pegando uma parte do discurso do Leo ‘É mais fácil saber o que está acontecendo na cidade do que no seu quarteirão.’ tenho  a dizer que no Marketing há uma inversão de cenários, hoje é mais fácil gostar de uma marca que investe no LOCAL do meu quarteirão do que no LOCAL da minha cidade, quando falo de quarteirão ou cidade quero que fique claro que estamos a falar de alcance-interesse (Não basta alcançar é preciso que as pessoas se interessem).

A cada dia que passa, no marketing o interesse do consumidor pela cidade vai diminuindo e o interesse pelo quarteirão vai aumentando, isso pode ser visto nas redes sociais, onde no início aceitava-se tudo e todos para ser amigo e likes eram distribuídos em forma de chuva das cheias de janeiro em Moçambique. Hoje mesmo para aceitar o pedido de amizade do meu tio há uns 4 minutos de reflexão de prós e contras. As marcas não fogem a esse filtro e são desafiadas a estudar e entender essas especificidades.

Então surge aqui  a necessidade de incrementar no conservadorismo e vício pela história/passado (DNA do antigo LOCAL) ao novo regional e instantâneo (DNA do novo LOCAL), os seguintes aspectos:

  • Respeite a cultura e os princípios locais, mas, não tenha medo de quebrá-los de vez em quando.
  • Aquilo que você pensa que é não é, aquilo que os consumidores falam e pensam é o que é.
  • Não associe sua marca ao que fez sucesso a 5 anos atrás apenas, mas também, ao que fez sucesso ontem.
  • O ROI do marketing já não é monetário e nem é mensal ou anual, o novo ROI é intangível chama-se: Defensores da sua marca.
  • A história já não está mais para servir o Marketing, mas sim os #Trends que são criados diariamente.
  • Faça para cada evento ou fenômeno uma campanha como resposta ou intervenção positiva (Um mundo melhor).
  • As agências de publicidade deixam de ser intermediárias e passam a ser o primeiro cliente da marca que as contrata.
  • O marketing já não é uma história de amor, o marketing é uma história de concorrência e impacto.
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Marketing de relevância é agora!

As marcas vivem hoje o que podemos considerar a era mais democrática de partilha de informação aos consumidores, não tem como reclamar de espaço, pois, estas tem possibilidade de estar nos 200 – 500 canais de televisão que temos na nossa casa, nos jornais que compramos todos os dias nos engarrafamentos, nos Outdoors que iluminam a cidade e distraem os automobilistas, na rádio que está no carro no celular e na internet que junta todos estes elementos  num único ponto.

Todos estes canais não valem em nada se a marca não for relevante, a relevância da marca é medida pelo grau de utilidade que ela tem sobre seus consumidores, para melhor exemplificar isto darei um exemplo.

Ex.: Se uma uma agência de veículos vende um carro ao seu cliente ela está a efectuar uma troca comercial apenas, isso não agrega ainda nenhuma utilidade ao consumidor, pois o cliente paga e a agência vende, e qualquer agência podia vender o mesmo carro. O cenário de relevância acontece a seguir. Se a agência depois de vender o carro dedicar-se a criar dicas, informações úteis e avisos com um tom de linguagem menos intrusivo está agência estaria sim a ser útil. Comprar um carro é a escolha que eu fiz, mas voltar a comprar novamente é a motivação que a Marca deve criar. 

A utilidade da marca é a menina dos olhos dos gestores de marketing. O consumidor já deixou de ser  exigente faz tempo, agora ele é influente e busca todos dias pela atenção da sua marca.

A utilidade trás um cenário novo no mercado, que é: A história já morreu o hoje é que vale, isto é, no passado as marcas tinham seu prestígio pelo histórico que carregavam, mas, hoje as histórias não duram nem 1 dia, por isso a importância de ser relevante hoje e em tempo real. A relevância é uma forma continua de criar ligação com consumidores, ajudando-os e fazendo parte da história da vida deles.

Ajude o seu consumidor hoje, amanhã pode ser tarde.

 

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‘Vossa Majestade’ é o Marketing Tradicional.

Quer posicionar sua marca? aposte no tradicional.

Com o advento do Marketing Digital, a maioria dos Marketeers olhou a popularidade do digital face ao tradicional como uma batalha de titãs e não como convergência de mídia, toda marca/mundo queria e quer estar no digital, e ao meu ver isso é bom e não é nenhum problema, o problema começa quando tentamos assumir que o Marketing tradicional neste específico caso (TV+Rádio) é um rei destronado e sem majestade diante do digital.

Antes de avançar, para quem conhece-me sabe que nasci do digital e isso pode parecer uma rendição mas não é, quero sustentar o meu ponto de vista, nos últimos 2 anos tive a oportunidade de viajar pelo País e uma das viagens interessantes foi a que fiz nos últimos 4 dias, tive a oportunidade de conhecer Moma e Larde (Distritos de Nampula), estes distritos não tem nada de diferente em relação aos outros, mas eu é que tive uma visão especial desta vez, percebi algo óbvio, que Moçambique é um ‘Mar’ de culturas, de igual modo que o mar é repleto de várias espécies marinhas assim é o nosso País. Quase, se não todos distritos têm 3.5G, boa comida, boa hospedagem, paisagens lindas as pessoas usam redes sociais e consomem conteúdo digital.

Voltando a majestade do tradicional, apesar de toda essa evolução nos lugares que visitei as pessoas ainda juntam-se/amontuam-se para ver TV e arrisco-me a dizer que 90% da antenas são parabólicas de algumas provedoras de TV digital que bem conhecemos, a rádio local tem uma grande influência no dia a dia das pessoas/consumidores, e quando pergunto qual é o músico mais popular daqui a resposta é sempre: Um músico local, isso é mais uma prova de que a mídia tradicional (TV e Rádio) são as grandes armas para marcas que querem estabelecer-se na cultura Moçambicana e associar a marca aos locais podia ser uma óptima estratégia.

A nossa cultura é fragmentada o que a torna rica e difícil de ‘conquistar’, e para uma marca estar posicionada em todos lugares e liderar é preciso que aposte em uma mídia cultural e no meu ponto de vista é a Televisão e Rádio.

No meio de tudo isto o digital desempenha seu papel (de luxo) que é de servir como o canal global de partilha e não de activação e construção de marca. No digital é possível deixar o consumidor comentar e criticar o que ajuda as marcas a rever sua estratégia do tradicional e prever novas acções específicas.

O Marketing tradicional vai fazer as suas vendas (garanto-lhe) e o digital vai lhe fazer festejar e curtir com seus consumidores (pode acreditar). Quer vender e fazer a festa? então active no tradicional e engaje no digital.

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