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História do Sandboard no mundo.

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História do Sandboard no mundo.
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10 alimentos para tu ganhares músculos… e POWER!

Quem “djyma” para conquistar um corpo firme precisa de proteínas. Sem ela, o músculo não se forma e o efeito do exercício não aparece. Mas proteína não é não é tudo! Carbohidrato, gordura boa, água, vitaminas e minerais também são importantes para o ganho de massa muscular. E isso tudo tu consegues nos alimentos. Isto é, se fazeres escolhas estratégicas. Confere:

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1. FRANGO: Tu sabes que as proteínas de origem animal são consideradas as melhores para os músculos, não é mesmo? Mas cuidado: junto pode vir uma dose gigante de gorduras saturadas e colesterol. É por isso que o frango (desde que desprovido da pele) é uma boa opção para quem precisa de proteínas, mas não quer colocar o coração em risco. Um filé grande tem 32 gramas de proteínas e quase nada de gordura. Se tu preferes a carne vermelha, fica com os cortes magros (coxa mole, patinho, alcatra). Quanto e quando consumir: 1 filé grande (110 g), duas ou três vezes por semana.

2. FEIJÃO COM ARROZ: Esta parceria é perfeita porque os aminoácidos do feijão se unem aos do arroz e formam proteínas. Assim, juntos, ajudam a reparar os músculos. Fonte de carboidrato, o arroz ainda fornece energia, outro combustível importante para o processo de recuperação da musculatura. Quanto e quando consumir: 1 concha de feijão e 2 colheres (sopa) de arroz, de três a quatro vezes por semana.

3. OVO: Qual a melhor parte para os músculos: a clara ou a gema? As duas! Entende o por quê: a clara é riquíssima em ovoalbumina, uma proteína formada por aminoácidos do tipo leucina, que, por ser de fácil absorção, é um dos componentes dos suplementos whey protein e BCAA. E a gema? Ela carrega gorduras boas (monoinsaturada e ômega 3), substâncias com o poder de combater os processos inflamatórios provocados durante o exercício, facilitando a recuperação dos músculos. Quanto e quando consumir: 3 ovos por semana, nas refeições ou no lanche pós-treino.

4. BANANA: Minutos antes de “djymares”, esquece a proteína. Neste momento, tu precisas da energia rápida do carboidrato. A banana é uma óptima opção, pois ainda tem potássio, mineral que participa da produção de glicogênio (reserva de energia do músculo). Quanto e quando consumir: uma banana por dia, antes ou após o treino, quando deve ser associada a uma proteína (iogurte, queijo).

5. IOGURTE NATURAL: Fonte de proteína, o iogurte é uma boa opção de lanche pós-treino. O ideal é consumi-lo imediatamente após a aula ou até no máximo 30 minutos depois. Nesta fase, a proteína é mais aproveitada para a recuperação e a construção do músculo. Melhor ainda se tu adicionares ao iogurte um carboidrato de alto índice glicêmico, como geleia ou mel. Pesquisas revelam que combinar proteína e carboidrato de digestão rápida é 40% mais eficiente na recuperação e desenvolvimento do músculo que a proteína sozinha. Outras opções: leite desnatado com achocolatado ou queijo magro com goiabada. Quanto e quando consumir: 1 pote de iogurte natural desnatado + 2 colheres (sopa) de geleia no lanche pós-treino.

6. MASSA INTEGRAL: A escolha dos lanches pré e pós-treino são decisivos no ganho de massa muscular. Mas não descuides das outras refeições. Estudos mostram que, quatro horas depois, os exercícios ainda exercem efeitos benéficos nos músculos. Por isso, o carboidrato é bem-vindo em todas as refeições. Mas, longe dos treinos, prefere os de baixo ou médio índice glicêmico, como pães e massas integrais. Por terem fibras, eles saciam mais e libertam energia aos poucos. Quanto e quando consumir: 1 chavena (chá) de macarrão integral cozido, duas ou três vezes por semana.

7. ÁGUA: Até os músculos pedem água. Isto porque a síntese de proteínas acontece com mais facilidade quando as células estão bem hidratadas. Tu és fã da água-de-coco? Deixa como opção pré-treino. Ela hidrata e garante o pique, pois tem água e carbohidrato. Mais ainda: A água-de-coco carrega potássio, que ajuda no stock de glicogênio. Ao longo do dia, bebe água pura, que hidrata sem calorias. Quanto e quando consumir: 2 litros de água todos os dias.

8. PEITO DE PERÚ: Não é uma maravilha. No entanto, entre os embutidos, o peito de peru é um dos que têem menos gordura saturada e colesterol. E, por ser encontrado facilmente nos supermercados, acaba sendo uma opção proteica para compor um lanche rápido. Mesmo assim, não exageres, pois contém conservantes e sódio que, em excesso, fazem o organismo reter líquido. Quanto e quando consumir: 4 fatias finas por dia.

9. SALMÃO: Mais que proteína, o salmão é uma boa fonte de ômega 3, gordura que ajuda a combater os processos inflamatórios provocados pelo exercício, facilitando a recuperação dos músculos. Quanto mais rápido as fibras musculares se recompõem, maior é o ganho de massa magra. Outras excelentes fontes de ômega 3: sardinha e atum. São opções que tu podes incluir nas refeições ou numa sandes que deve ser consumida até uma hora antes do exercício ou logo depois. Quanto e quando consumir: 1 filé grande (100 g) de duas a três vezes por semana.

10. QUINUA: São raros os vegetais com a quantidade e qualidade de proteínas da quinua. Em cada grão, ela carrega aminoácidos essenciais, sendo três de cadeia ramificada (leucina, valina e isoleucina) – aminoácidos do BCAA e whey protein (suplementos proteicos usados pelos desportistas antes e depois do treino para preservar os músculos). A quinua é um óptimo alimento para o ganho de massa magra, com a vantagem de ter pouca gordura e ser livre de colesterol e açúcar. A quinua ainda tem carbohidrato (garante energia), além de fibras, vitaminas e minerais. Quanto e quando consumir: de 2 a 3 colheres (sopa) de quinua em flocos batida no suco de frutas de 30 a 40 minutos antes do exercício e logo após.

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POWER O GINÁSIO COM MAIS ENERGIA DA CIDADE NO BAÍA MALL

No Baía Mall, na Avenida Marginal, irá inaugurar, a partir do dia 3 de Fevereiro próximo, um novo espaço para a prática da actividade física, o ginásio POWER, que contará com equipamentos modernos, instrutores altamente qualificados e experientes. Esta nova unidade de negócio, com uma vista deslumbrante e panorâmica para o mar, vai oferecer aos seus alunos, diversas opções de treinos, em horários favoráveis, a partir das 5h00 às 22h00, de segunda a sexta-feira; das 7H00 às 18h00, aos sábados e das 7h00 às 12h00 aos domingos.

O POWER dispõe, também, de uma ampla varanda para treinos livres dos seus alunos.

Com preços a partir dos 2.680 meticias, o POWER irá colocar ao dispor dos seus alunos diversas aulas (modalidades), nomeadamente, aulas de Power Cycle, PowerTone, PowerHiit, PowerStep, Pilates, AfroDance, Strong, Zumba, PowerSweat, TRX, Muay Thai e Ginástica Infantil, para além das novidades Power Fit (CrossFit), PowerPump, PowerDance e PowerXigubo.

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Skimboard, o ‘skate das praias’.

Skimboard é um desporto praticado principalmente em praias e consiste em correr em direção de uma onda, atirar a prancha rapidamente saltando por cima dela (drop) para surfar a onda (wrap). Neste desporto encontramos uma mistura de várias outras modalidades como o surf, skateboard ou snowboard, visto que é possível surfar a onda, fazer manobras como no skate ou Snowboard. Os atletas que praticam este desporto são Skimboarders ou Skimmers.

Skimboarding tem uma história rica. Que começou há mais de 60 anos com placas de madeira redondas e evoluiu tornando-se num desporto aquático altamente competitivo.

Skimboards modernos são feitos de fibra de vidro ou fibra de carbono e espuma de alta densidade para servir como um núcleo. A fibra de vidro / fibra de carbono é um tecido que fica rígido quando saturado com resina e deixado para secar. Quando esta fibra de vidro ou fibra de carbono é colocada sobre uma peça moldada de espuma, saturada com resina e deixada para secar, um skimboard é feito. Skimboards vagamente assemelham-se a pranchas de surf, eles são cerca de metade do comprimento, metade da espessura e ligeiramente maior. Ao contrário das pranchas de surf, skimboards não têm skegs (barbatanas na parte inferior da placa usada para controlar a direção). Eles são muito menos estáveis ​​e exigem muita prática para ser capaz de controlar. Porque são menos estáveis ​​e especificamente porque faltam skegs, muitas manobras podem ser feitas em um skimboard que não possa ser feito em uma prancha.

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Drift Trikes: adrenalina, emoção e aventura.

O que é um drift trike?

Drift Trikes são triciclos construídos para fazer drift, ou seja, derrapar de lado. O drift é mais famoso com carros, mas ganhou espaço em duas rodas. Ou melhor, em três.

Os pilotos utilizam seus trikes e realizam um Downhill, principalmente em descidas com curvas, onde podem realizar os drifts, 360° (volta no próprio eixo), andar sobre duas rodas ou até mesmo em apenas uma (RL Wheeling, quando o piloto anda somente com a roda dianteira). Além disto, outras manobras, inclusive algumas de BMX e Motocross, também são praticadas, porém, exigem a colocação de uma rampa no trajecto.

Há duas principais categorias de disputas entre os pilotos. Uma delas avalia quem faz melhor os drifts, enquanto a outra categoria (que os pilotos denominam Speed) cronometra quem chega primeiro no fim do percurso.

 

Origem e construção

Os Drift Trikes foram inventados na Nova Zelândia por jovens que utilizaram peças de bicicletas usadas para reformular triciclos infantis, reforçando e deixando eles “derrapantes”. Começaram a aparecer na internet no ano de 2008 e logo ganharam popularidade no mundo todo, o que levou algumas empresas a se interessarem na sua fabricação.

Os Drift Trikes parecem uma mistura de carrinho de rolamento com um triciclo infantil e bicicleta de BMX. A parte dianteira é constituída por peças de bicicletas para BMX. A parte traseira é composta de um banco em forma de concha e rodinhas plásticas, que derrapam facilmente no asfalto.

A rigidez do material das rodas define a facilidade com que elas derrapam, quanto mais duro o material mais fácil o trike “drifa”. As rodas são fabricadas com PVC, Nylon e outros materiais com pouca aderência em asfalto. Elas podem ser fabricadas em diferentes níveis de rigidez, dependendo da tração que o piloto deseja. Muitos pilotos usam rodas de kart, e dizem que são muito eficientes.

Já o quadro é adequado para a modalidade, geralmente construído com um entre-eixos de 95-115 cm utilizando cromo ou alumínio. As rodas traseiras não podem estar muito afastadas uma da outra, senão fica difícil fazer o trike drifar.

Os travões são opcionais. Muitos pilotos preferem usar o travão conforme for a pista, controlando a velocidade com manobras, mas os travões são recomendados, já que o trike é usado numa descida. A maioria dos Drift Trikes não possuem pedais, apenas pedaleiras para ajudar a controlar o trike com os pés.

Para chegarem ao topo das descidas os trikes são rebocados ou transportados por um veículo motorizado. Mas já existem também trikes motorizados (elétricos e a combustão) que até não precisam descidas para derrapar.

 

Drift trikes artesanais

Muitos pilotos fabricam seu trike em casa, utilizando tubos de alumínio e cromo soldados para montar o quadro, comprando o resto dos componentes. Assim os trikes podem ser customizados, escolhendo o formato e desenho do quadro, ângulo de ataque da roda dianteira, tamanho das rodas, instalação de travões, pintura e outras características. Muitos vídeos e páginas na internet mostram a construção de trikes passo-a-passo.

Mesmo se não puderem ser construídos em casa, os trikes podem ser montados e customizados conforme o gosto do piloto. Muitas empresas fornecem peças importantes como quadro, banco e rodas traseiras em separado. As possibilidades de construção e customização são praticamente infinitas.

Alguns pilotos colocam acessórios nos trikes para torná-los únicos, como bandeiras, bancos com encosto, guidões estendidos e muitos outros.

 

Cuidados ao pilotar um drift trike

Drifar um trike também exige alguns cuidados. Estes triciclos geralmente são usados em vias públicas, portanto, todo cuidado é pouco.
Quem tem cabeça usa capacete! Para fazer drift com triciclos os capacetes fechados são os mais indicados. Como os trikes podem atingir velocidades altas – chegando até a 70 km/h, usar joelheiras, cotoveleiras e luvas é muito recomendado.

Calçados fechados também são sugeridos, pois o contato dos pés com o asfalto em alta velocidade pode causar ferimentos. O uso de capacete fechado e com viseira, luva e macacão de couro, caneleira e protetor de coluna, é muito importante para a sua pratica.

Como é praticado em vias públicas, os pilotos de Trike não são os únicos a utilizar a rua. Isso exige atenção e cuidado com outros veículos, ou acidentes graves podem acontecer. O melhor é escolher lugares com o mínimo de tráfego possível.

Sempre verifique o equipamento antes de praticar. Verificar se os travões estão bons e se todas as peças estão instaladas correctamente e os parafusos apertados com torque certo.

É importante evitar asfaltos mal conservados, esburacados ou muito irregulares. Durante a derrapagem, as rodas podem travar em algum buraco ou irregularidade e causar acidentes, além de danificar o triciclo. Asfalto molhado aumenta a facilidade de derrapar, mas também a de ocorrer acidentes graves.

 

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Conheces a História do Kart ?

O Kart é o desporto ideal para quem gosta de velocidade. É um tipo de desporto automobilístico, só que com algumas modificações. O veículo do Kart é simples, tem quatro rodas e um motor que tanto pode ser de dois ou quatro tempos.

O carro do Kart tem peso que varia de 70 a 150 quilos dependendo do modelo que escolheres. São carros simples e sem quase nenhum conforto, já que o Kart foi desenhado e projetado para a diversão e para servir como um hobby.

Geralmente, o Kart é a porta de entrada para os jovens que gostam da velocidade e que querem seguir carreira no desporto. Todo o piloto de Fórmula 1 começou a carreira fazendo corridas de Kart; é como se fosse uma escola onde ele aprende tudo o que precisa para entrar em outras categorias.

Os karts foram originalmente criados nos Estados Unidos nos anos 50 após a Segunda Guerra Mundial por pilotos de aviões interessados em inventar um desporto para os tempos de folga. O norte-americano Art Ingels é internacionalmente conhecido como o pai do kart. Ele construiu o primeiro kartódromo no sul da Califórnia em 1956..

O primeiro Kart foi construído com um motor de uma maquina de cortar relva. Foi logo um sucesso e em 1957, em Pasadena, Estados Unidos, onde aconteceu à primeira corrida de kart, depois disto, o Kart espalhou-se pelo mundo inteiro.

Não há limite de idade para permanecer no Kart, mas a maior parte dos jovens que praticam o Kart logo querem um desafio maior a ser superado. Para praticá-lo são necessários roupas e acessórios especiais de proteção como macacão, luvas e capacete. Não temos dúvidas que o Kart é um desporto que atrai muitas crianças e jovens, já que eles vivem atraídos pela velocidade e tem a possibilidade de descobrirem mais do que um hobby, uma diversão que pode tornar-se uma profissão futura, afinal grandes pilotos como Ayrton Senna começaram a sua carreira no Kart.

Os primeiros modelos eram muito diferentes dos atuais, os pilotos dirigiam quase deitados. Os chassis construídos na época eram inspirados nos modelos americanos, mais apropriados para provas de longa duração.

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História da Escalada Desportiva.

escalada desportiva é uma prática que utiliza as técnicas e movimentos de montanhismo e que tem como objectivo exigir o máximo de força e concentração do atleta. A técnica, a coragem, a adrenalina, juntamente com a força, são os factores que fazem da escalada um desporto apaixonante.

escalada é muito mais importante que isso e quem pratica quer antes de tudo desenvolver uma actividade que irá livrá-los do stress do dia-a-dia.

O atleta da escalada deve encontrar diferentes soluções para ultrapassar os obstáculos, não importando se está em uma cadeia de famosas montanhas europeias ou na parede de um centro de treinos. Um dos principais atractivos da escalada é o facto de ela poder ser praticada em qualquer cidade, bastando apenas uma parede em qualquer centro de treinos.

 

Onde praticar a Escalada

A escalada desportiva pode ser praticada em qualquer local que possua uma parede de alpinismo.

A natureza oferece lindas paisagens naturais. Só que para fazer esse tipo de escalada precisaras da ajuda de profissionais experientes, que tenham um bom conhecimento do local a ser explorado.

 

Quem pode praticar a Escalada

escalada desportiva é considerada uma actividade completa, pois agrupa vários aspectos importantes para o desenvolvimento de qualquer pessoa. Por requerer uma preparação física e técnica do praticante, torna-se numa óptima maneira de manter o preparo físico e cuidar da saúde. Mas não é um desporto puramente físico, muito pelo contrário. A escalada exige dos praticantes um raciocínio rápido e muita inteligência na hora de escolher o melhor caminho.

É importante que antes de procurar praticar a escalada, assim como qualquer outro desporto, que faças um exame médico para ver a sua situação física.

 

Equipamentos de Escalada

Os equipamentos básicos para a prática da escalada são: cordas, sapatilha para escalada, capacete e pó de magnésio para passar nas mãos.

A segurança do desporto é um dos requisitos mais importantes, que atrai um grande número de praticantes. E as cordas têm exactamente esta função, já que sem elas as quedas são inevitáveis.

 

História da Escalada

história da escalada desportiva começou em um inverno ucraniano. Foi nos anos 70 que um ucraniano teve a ideia de durante a fase mais fria do ano pendurar pedras em sua parede para que pudesse treinar. A ideia foi tão boa que logo todos os outros escaladores locais copiaram a ideia. Surgia aí a escalada desportiva.

Em 1985, na Itália, foi realizado o primeiro campeonato mundial. Que teve como obstáculo uma parede natural. Em 1987, pela primeira vez um campeonato foi realizado em uma parede artificial.

O campeonato do mundo de escalada desportiva foi criada em 1990. E, dois anos mais tarde, nos jogos olímpicos de Barcelona, finalmente veio a consagração do desporto, quando foi praticado como demonstração.

 

 

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A História do BodyBoard.

O Bodyboard é um desporto que apareceu no início da década de 70, sendo “inventado” e desenvolvido, pelo grande surfista Tom Moorey, que surgiu de uma forma caricata, pois foi num dia em que Tom estava a surfar em Waimea Bay, até que apanhou uma onda com mais força que partiu a sua prancha ao meio.

Sentido-se aflito pegou numa das metades e nadou até Terra. Certo dia, após uma reflexão reparou que transformou a sua prancha de surf numa prancha de BodyBoard, na qual durante tempos, Tom foi inventando várias manobras, ganhando assim este Desporto vários Adeptos.

Este Desporto teve um rápido crescimento no Hawaii, não demorando a propagar-se pelo resto do Mundo. Perto dos anos 80, houve um desenvolvimento no Bodyboard tanto nos materiais e acessórios para pranchas.

Começaram-se a realizar campeonatos no Hawaii, Brasil, Austrália, EUA. Mais tarde, aparece uma nova geração mais radical, com novas manobras e com vontade de surfar ondas grandes e perigosas. Esta geração é proveniente da Austrália, Califórnia, Brasil, África do Sul e Portugal.

Hoje em dia, este Desporto já é conhecido Mundialmente, sendo um Desporto Profissional, mas com uma vertente de diversão e de usufruir a maravilha da Natureza que são as Ondas.

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História da Asa Delta.

A origem da Asa Delta

Muito antes de surgir como desporto oficial, a Asa Delta teve como percursor o alemão Otto Lilienthal que terá construído um planador, tornando-se assim num dos mais famosos pioneiros da aviação. Esta sua criação deu origem a muitas outras novas invenções.

 

A invenção da asa triangular

Em 1948, o investigador da NASA Francis Rogallo, inventou uma asa triangular muito flexível e com capacidade para planar. Porém, o seu projeto “ficou na gaveta”, uma vez que não houve nenhum fabricante que acreditasse na comercialização do respetivo produto.
Mais tarde, nos anos 70, na Austrália, um colega de Rogallo, Bill Moyes, conseguiu que a primeira Asa Delta fosse produzida e, à conta disso, adquiriu alguma popularidade nas praias da Califórnia, nos Estados Unidos da América (EUA), local onde foi testado. Estes primeiros praticantes aperfeiçoaram o equipamento e melhoraram a resistência e a aerodinâmica da engenhoca.

 

O primeiro Campeonato do Mundo de Asa Delta

Em 1972, Mike Harker, um dos melhores praticantes de Asa Delta da altura, levou o desporto para a Europa e em 1975, na região de Tirol, na Áustria, realizou-se o primeiro campeonato do mundo de Asa Delta. A partir desse momento, o crescimento e a divulgação da modalidade fez com que este desporto ficasse conhecido e praticado em toda a parte.

 

 

Como se pratica a Asa Delta

A Asa Delta e o Parapente são as duas disciplinas que compõem o voo livre, uma vez que ambas partilham o objetivo de voar graças à ajuda das forças da natureza. Na Asa Delta, o navegador fica preso à asa delta propriamente dita por um cinto de couro e segura-se a uma haste metálica em forma de trapézio.
A partir do alto de uma montanha, falésia, encosta ou colina, o navegador lança-se no ar praticando três tipos de movimentos: procurando as referidas colunas de ar ascendente para ganhar altura, planar e descer até aterrar numa zona plana próxima do sopé da montanha de onde partiu. O silêncio do planar, a adrenalina da subida e a perícia na descida e aterragem constituem os desafios e as emoções maiores deste desporto.

 

As competências necessárias para a prática da Asa Delta

A Asa delta é um desporto extraordinário que tem 2 classes distintas (a classe das asas flexíveis e a classe das asas rígidas). Ambas exigem bastante força física para dominar ou usar o vento e as pressões de ar mais fortes a favor do navegador.

Para praticar a Asa Delta, é fundamental ter uma grande capacidade intelectual para interpretar as características do meio que se enfrenta: a força do vento, o nível de pressão atmosférica e a procura das correntes ascendentes. Todos os navegadores terão de ter um poder de reação muito rápido perante as condições adversas que podem surgir do nada e é por isso que esta modalidade não é aconselhável a menores de 15 anos de idade (ainda não têm maturidade suficiente para tal).

Além da capacidade física e mental, é necessário que o praticante tenha uma preparação teórica exaustiva antes de iniciar a prática da modalidade para que possa interiorizar todas as regras de segurança e movimentos essenciais. Uma aprendizagem eficaz não pode fazer-se sem um curso teórico e prático. São necessários conhecimentos fundamentais de aerodinâmica, meteorologia e regras

 

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A História do Mountain Bike, Regras e Curiosidades.

A História do Mountain Bike

Mountain Bike, ou Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no Mountain Biking, uma modalidade de ciclismo na qual o objectivo é atravessar percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países de língua latina o desporto é chamado de Bicicleta todo terreno ou BTT (que significa Bicicleta Todo o Terreno).

Vem tendo uma popularidade que só cresce como poucos desportos já conseguiram e actualmente já é praticado no mundo todo, desde com os profissionais como no Cross Country, ou somente com fins mais recreativos e para descoberta como no Cicloturismo.

Esta modalidade do ciclismo apareceu por volta dos anos 50/60, quando um grupo de amigos ciclistas começou a andar em trilhas e descidas de montanhas da Califórnia.

As pessoas que mais se destacaram nesta modalidade considerados como os “pais” do Mountain Bike são Gary Fisher e Tom Ritchey, sendo eles os que foram os primeiros a começar fazer as bicicletas para Mountain Bike. De princípio começaram por fazer a utilização quadros Cruizer (mais vistos em Schwinn) e com um certo upgrade nos travões, utilizando também os pneus mais grossos. Hoje em dia os dois possuem as suas respectivas marcas próprias deste tipo de bicicletas para Mountain Bike, com isso tornaram-se referências neste meio.

 

As Principais Diferenças Entre o Ciclismo de Estrada e o Mountain Bike

A grande diferença que vários percebem é o tipo do solo, no ciclismo de estrada, todo o percurso é realizado na estrada, sendo geralmente grande parte dela no asfalto, e no Mountain Bike, também pode ser que andem em estradas ou mesmo no asfalto.

Os percursos de terra, descidas, lama, galhos, subidas, pedras, … são as coisas que marcam esta modalidade, uma outra diferença é a protecção mais intensa. Como no Mountain Bike, várias das etapas são a descer ou mesmo subir as trilhas de terra com muitos obstáculos, é necessário mais protecção para impedir lesões e feridas no caso de possíveis quedas, sendo que é bem mais provável do que no ciclismo de estrada.

As bicicletas tem também uma grande diferença com relação as de estrada (as de Mountain Bike possui mais variantes) elas tem as suas estruturas bem mais reforçadas, uma boa suspensão traseira ou então completa para melhorar a sua condução, travões mais fortes, entre diversas outras coisas.

As Modalidades do Mountain Bike

Há um número grande de modalidades neste desporto, sendo que várias delas já estão regulamentadas e com provas organizadas para as mesmas. Vamos então conferir algumas destas modalidades mais comuns e também populares:

Cross Country: Esta modalidade é a mais antiga do Mountain Bike, e foi ela a que fez surgir toda a formação desta modalidade. Como mencionamos acima, as suas regras mudam de prova para prova, e nos Jogos Olímpicos ela possui as suas próprias regras.

Na maioria das vezes é realizada em um percurso fechado, onde os ciclistas todos largam no mesmo tempo e o percurso é formado por descidas, subidas, partes que exigem mais técnicas e etc. Com isso, coloca a prova o atleta e ao mesmo tempo mostra o quão completo ele é, e vence o que conseguir chegar primeiro a chegada.

Downhill: Como o seu nome já diz, a sua caraterística principal é ser realizada descendo colinas com vários saltos, algumas curvas fechadas e diversos tipos de obstáculos. Os ciclistas saem individualmente e só vai ganhar o que conseguir completar o trajeto no menor tempo. Esta modalidade é muito perigosa pela grande velocidade na descida e por isso tudo também utiliza-se muito mais proteção como o capacete Full-Face, joelheiras e até mesmo uma espécie de colete reforçado para proteger o peito.

Não é muito praticada como as outras modalidades acima mesmo sendo bastante popular especialmente devido ao seu alto custo para poder participar, pois as bicicletas de Downhill são extremamente caras e depois é necessário muitos elementos para proteção também.

Trip Trial: Essa mistura é um pouco de lazer misturado com competição, com isso temos que falar que não há profissionais apenas de Trip Trial, isto por que ele é praticado por ciclistas de todas as modalidades do Mountain Bike e mesmo até os amadores.

Ela se caracteriza por ter um longo percurso, podendo até mesmo durar dias, e faz uma ligação de um ponto A ao B, estas provas geralmente são mais para comemorações fazendo uma ligação de uma cidade para a outra, é um tanto parecida com o ciclismo de estrada onde as pessoas podem olhar na beira da estrada ou então da trilha.

Freeride: Esta é uma versão mais recreativa do Downhill. Não é só para descer como acontece no Downhill mas possui também diversos obstáculos e saltos que geram muita adrenalina e um grande espetáculo. As bicicletas para fazer o Freeride são um pouco distintas das usadas para o Downhill. O Freeride pode ser realizado no meio de uma cidade, pelos parques, nas escadarias e algumas vezes em saltos montados temporariamente, que tem o nome de Urban Assault.

4X 4X: É muito parecida com a BMX, sendo realizada também com uma partida de 4 pontos, e tem como seu objectivo principal chegar na frente dos seus adversários a chegada. O percurso possui curvas bem inclinadas como a sua caraterística principal.

Trial: Não é muito popular mas talvez tu alguma vez já tenhas visto a passar na televisão, o Trial baseia-se em realizar um determinado percurso sem poder tocar com seus pés no chão, sendo sempre penalizado quando fizer isso, passando por vários obstáculos como cavaletes, rochas, latões, muros ou até mesmo carros.

As bicicletas para fazer-se esta modalidade são bem especificas com algumas caraterísticas que é terem quadros bem reforçados e pequenos, os pneus mais reforçados e sem ter câmara, tudo para que possa aguentar melhor todos os impactos e conseguir mais aderência. Esta é uma variante muito técnica e que precisa ter uma boa habilidade para que possas realizar.

Uphill: Bom, esta é basicamente a versão considerada a oposta ao Downhill, tendo que passar por subidas em vários percursos e precisa ser feita no menor tempo que for possível. Para esta modalidade o ciclista precisa ter uma enorme capacidade física e também resistência, utilizando materiais bem leves para que possa ser mais fácil na subida.

Enduro de Regularidade: Esta é a mais interessante das modalidades por que ao contrário de grande parte dos desportos de corrida onde tu precisas chegar em primeiro na meta ou então completar o percurso no menor tempo que conseguir, nela as provas já possuem um tempo para que sejam completadas que é definido pela organização, levando em conta o tempo estimado que é levado para completar-se os diversos percursos do trajeto.

Por qualquer segundo que houver um atraso, o ciclista sempre é penalizado com -1 ponto, e ao mesmo tempo por cada segundo a mais ele é penalizado com -3 pontos. Essa modalidade sugere uma regularidade e não que atleta vá a toda a velocidade para a linha de chegada, tendo com isso um bom controle de toda a sua performance e uma excelente noção de tempo.

BMX: A última das modalidades competitivas do Mountain Bike é o BMX. Como já foi dito, hoje em dia já é até mesmo uma modalidade Olímpica, na qual é muito popular e chama a atenção todo o tipo de pessoas, já que geralmente é realizada em um percurso já pré-determinado (em uma pista) com vários saltos e curvas que fazem com que o público goste e aprecie o desporto.

Os Equipamentos

Só um conselho que alguns destes equipamentos podem mudar entre as modalidades do Mountain Bike, vamos ver então alguns dos equipamentos para protecção que são mais comuns:

O Capacete: Bom, este é um equipamento fundamental para a nossa protecção e precisa ser sempre utilizado. Há hoje em dia dois tipos de capacetes. O mais simples que protege apenas o topo da nossa cabeça e o Full Face, que é igual ao utilizado no motocross que protege o queixo também, ele é utilizado em modalidades com mais perigo como o BMX ou Downhill;

As Sapatilhas: Elas precisam ser apropriadas para se poder praticar o Mountain Bike e se encaixar muito bem nos pedais para que nunca possa ocorrer de escorregar e com isso provocar um acidente mais grave.

Os Óculos de Proteção: Como este é um desporto geralmente praticado em percursos com terra, é aconselhado que utilize-se os óculos de protecção para que não entre terra ou algum tipo de pedra nos seus olhos.

As Cotoveleiras e Joelheiras: Todos já sabemos para que eles servem e são somente opcionais mas é aconselhado o seu uso principalmente nas modalidades nas quais são feitas com várias descidas, curvas e saltos mais apertados, e com uma maior chance de quedas.

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SURF NO ASFALTO?

O surf e o skate são desportos intimamente ligados. Os primeiros skates surgiram nas piscinas de Califórnia em meados de 1960 e foram criados pelos próprios surfistas, que procuravam uma fuga para o flat.

Seguindo os princípios dos inventores da modalidade, uma empresa da Flórida pensou em aproximar ao máximo a sensação de andar de skate com a prática do surf. O resultado foi um skate com movimentos parecidos com o surf.

O segredo está no truck frontal, que é fixado sobre uma base que gira 360°. Além de dar velocidade nas curvas, o modelo proporciona manobras muito semelhantes ao surf. O truck traseiro usa o mecanismo tradicional, mas tem um entre rodas mais largo, funcionando como quilhas.

SURF NO ASFALTO?
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