Desporto

Nesta categoria poderás encontrar conteúdo relacionado com desporto.

15
Total Publicar
História do Sandboard no mundo.

Topo mensagens (Última semana)

História do Sandboard no mundo.
0 + votos - 0 - votos

Skimboard, o ‘skate das praias’.

Skimboard é um desporto praticado principalmente em praias e consiste em correr em direção de uma onda, atirar a prancha rapidamente saltando por cima dela (drop) para surfar a onda (wrap). Neste desporto encontramos uma mistura de várias outras modalidades como o surf, skateboard ou snowboard, visto que é possível surfar a onda, fazer manobras como no skate ou Snowboard. Os atletas que praticam este desporto são Skimboarders ou Skimmers.

Skimboarding tem uma história rica. Que começou há mais de 60 anos com placas de madeira redondas e evoluiu tornando-se num desporto aquático altamente competitivo.

Skimboards modernos são feitos de fibra de vidro ou fibra de carbono e espuma de alta densidade para servir como um núcleo. A fibra de vidro / fibra de carbono é um tecido que fica rígido quando saturado com resina e deixado para secar. Quando esta fibra de vidro ou fibra de carbono é colocada sobre uma peça moldada de espuma, saturada com resina e deixada para secar, um skimboard é feito. Skimboards vagamente assemelham-se a pranchas de surf, eles são cerca de metade do comprimento, metade da espessura e ligeiramente maior. Ao contrário das pranchas de surf, skimboards não têm skegs (barbatanas na parte inferior da placa usada para controlar a direção). Eles são muito menos estáveis ​​e exigem muita prática para ser capaz de controlar. Porque são menos estáveis ​​e especificamente porque faltam skegs, muitas manobras podem ser feitas em um skimboard que não possa ser feito em uma prancha.

Skimboard, o ‘skate das praias’.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
1k

Drift Trikes: adrenalina, emoção e aventura.

O que é um drift trike?

Drift Trikes são triciclos construídos para fazer drift, ou seja, derrapar de lado. O drift é mais famoso com carros, mas ganhou espaço em duas rodas. Ou melhor, em três.

Os pilotos utilizam seus trikes e realizam um Downhill, principalmente em descidas com curvas, onde podem realizar os drifts, 360° (volta no próprio eixo), andar sobre duas rodas ou até mesmo em apenas uma (RL Wheeling, quando o piloto anda somente com a roda dianteira). Além disto, outras manobras, inclusive algumas de BMX e Motocross, também são praticadas, porém, exigem a colocação de uma rampa no trajecto.

Há duas principais categorias de disputas entre os pilotos. Uma delas avalia quem faz melhor os drifts, enquanto a outra categoria (que os pilotos denominam Speed) cronometra quem chega primeiro no fim do percurso.

 

Origem e construção

Os Drift Trikes foram inventados na Nova Zelândia por jovens que utilizaram peças de bicicletas usadas para reformular triciclos infantis, reforçando e deixando eles “derrapantes”. Começaram a aparecer na internet no ano de 2008 e logo ganharam popularidade no mundo todo, o que levou algumas empresas a se interessarem na sua fabricação.

Os Drift Trikes parecem uma mistura de carrinho de rolamento com um triciclo infantil e bicicleta de BMX. A parte dianteira é constituída por peças de bicicletas para BMX. A parte traseira é composta de um banco em forma de concha e rodinhas plásticas, que derrapam facilmente no asfalto.

A rigidez do material das rodas define a facilidade com que elas derrapam, quanto mais duro o material mais fácil o trike “drifa”. As rodas são fabricadas com PVC, Nylon e outros materiais com pouca aderência em asfalto. Elas podem ser fabricadas em diferentes níveis de rigidez, dependendo da tração que o piloto deseja. Muitos pilotos usam rodas de kart, e dizem que são muito eficientes.

Já o quadro é adequado para a modalidade, geralmente construído com um entre-eixos de 95-115 cm utilizando cromo ou alumínio. As rodas traseiras não podem estar muito afastadas uma da outra, senão fica difícil fazer o trike drifar.

Os travões são opcionais. Muitos pilotos preferem usar o travão conforme for a pista, controlando a velocidade com manobras, mas os travões são recomendados, já que o trike é usado numa descida. A maioria dos Drift Trikes não possuem pedais, apenas pedaleiras para ajudar a controlar o trike com os pés.

Para chegarem ao topo das descidas os trikes são rebocados ou transportados por um veículo motorizado. Mas já existem também trikes motorizados (elétricos e a combustão) que até não precisam descidas para derrapar.

 

Drift trikes artesanais

Muitos pilotos fabricam seu trike em casa, utilizando tubos de alumínio e cromo soldados para montar o quadro, comprando o resto dos componentes. Assim os trikes podem ser customizados, escolhendo o formato e desenho do quadro, ângulo de ataque da roda dianteira, tamanho das rodas, instalação de travões, pintura e outras características. Muitos vídeos e páginas na internet mostram a construção de trikes passo-a-passo.

Mesmo se não puderem ser construídos em casa, os trikes podem ser montados e customizados conforme o gosto do piloto. Muitas empresas fornecem peças importantes como quadro, banco e rodas traseiras em separado. As possibilidades de construção e customização são praticamente infinitas.

Alguns pilotos colocam acessórios nos trikes para torná-los únicos, como bandeiras, bancos com encosto, guidões estendidos e muitos outros.

 

Cuidados ao pilotar um drift trike

Drifar um trike também exige alguns cuidados. Estes triciclos geralmente são usados em vias públicas, portanto, todo cuidado é pouco.
Quem tem cabeça usa capacete! Para fazer drift com triciclos os capacetes fechados são os mais indicados. Como os trikes podem atingir velocidades altas – chegando até a 70 km/h, usar joelheiras, cotoveleiras e luvas é muito recomendado.

Calçados fechados também são sugeridos, pois o contato dos pés com o asfalto em alta velocidade pode causar ferimentos. O uso de capacete fechado e com viseira, luva e macacão de couro, caneleira e protetor de coluna, é muito importante para a sua pratica.

Como é praticado em vias públicas, os pilotos de Trike não são os únicos a utilizar a rua. Isso exige atenção e cuidado com outros veículos, ou acidentes graves podem acontecer. O melhor é escolher lugares com o mínimo de tráfego possível.

Sempre verifique o equipamento antes de praticar. Verificar se os travões estão bons e se todas as peças estão instaladas correctamente e os parafusos apertados com torque certo.

É importante evitar asfaltos mal conservados, esburacados ou muito irregulares. Durante a derrapagem, as rodas podem travar em algum buraco ou irregularidade e causar acidentes, além de danificar o triciclo. Asfalto molhado aumenta a facilidade de derrapar, mas também a de ocorrer acidentes graves.

 

Drift Trikes: adrenalina, emoção e aventura.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
217

Conheces a História do Kart ?

O Kart é o desporto ideal para quem gosta de velocidade. É um tipo de desporto automobilístico, só que com algumas modificações. O veículo do Kart é simples, tem quatro rodas e um motor que tanto pode ser de dois ou quatro tempos.

O carro do Kart tem peso que varia de 70 a 150 quilos dependendo do modelo que escolheres. São carros simples e sem quase nenhum conforto, já que o Kart foi desenhado e projetado para a diversão e para servir como um hobby.

Geralmente, o Kart é a porta de entrada para os jovens que gostam da velocidade e que querem seguir carreira no desporto. Todo o piloto de Fórmula 1 começou a carreira fazendo corridas de Kart; é como se fosse uma escola onde ele aprende tudo o que precisa para entrar em outras categorias.

Os karts foram originalmente criados nos Estados Unidos nos anos 50 após a Segunda Guerra Mundial por pilotos de aviões interessados em inventar um desporto para os tempos de folga. O norte-americano Art Ingels é internacionalmente conhecido como o pai do kart. Ele construiu o primeiro kartódromo no sul da Califórnia em 1956..

O primeiro Kart foi construído com um motor de uma maquina de cortar relva. Foi logo um sucesso e em 1957, em Pasadena, Estados Unidos, onde aconteceu à primeira corrida de kart, depois disto, o Kart espalhou-se pelo mundo inteiro.

Não há limite de idade para permanecer no Kart, mas a maior parte dos jovens que praticam o Kart logo querem um desafio maior a ser superado. Para praticá-lo são necessários roupas e acessórios especiais de proteção como macacão, luvas e capacete. Não temos dúvidas que o Kart é um desporto que atrai muitas crianças e jovens, já que eles vivem atraídos pela velocidade e tem a possibilidade de descobrirem mais do que um hobby, uma diversão que pode tornar-se uma profissão futura, afinal grandes pilotos como Ayrton Senna começaram a sua carreira no Kart.

Os primeiros modelos eram muito diferentes dos atuais, os pilotos dirigiam quase deitados. Os chassis construídos na época eram inspirados nos modelos americanos, mais apropriados para provas de longa duração.

Conheces a História do Kart ?
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
230

História da Escalada Desportiva.

escalada desportiva é uma prática que utiliza as técnicas e movimentos de montanhismo e que tem como objectivo exigir o máximo de força e concentração do atleta. A técnica, a coragem, a adrenalina, juntamente com a força, são os factores que fazem da escalada um desporto apaixonante.

escalada é muito mais importante que isso e quem pratica quer antes de tudo desenvolver uma actividade que irá livrá-los do stress do dia-a-dia.

O atleta da escalada deve encontrar diferentes soluções para ultrapassar os obstáculos, não importando se está em uma cadeia de famosas montanhas europeias ou na parede de um centro de treinos. Um dos principais atractivos da escalada é o facto de ela poder ser praticada em qualquer cidade, bastando apenas uma parede em qualquer centro de treinos.

 

Onde praticar a Escalada

A escalada desportiva pode ser praticada em qualquer local que possua uma parede de alpinismo.

A natureza oferece lindas paisagens naturais. Só que para fazer esse tipo de escalada precisaras da ajuda de profissionais experientes, que tenham um bom conhecimento do local a ser explorado.

 

Quem pode praticar a Escalada

escalada desportiva é considerada uma actividade completa, pois agrupa vários aspectos importantes para o desenvolvimento de qualquer pessoa. Por requerer uma preparação física e técnica do praticante, torna-se numa óptima maneira de manter o preparo físico e cuidar da saúde. Mas não é um desporto puramente físico, muito pelo contrário. A escalada exige dos praticantes um raciocínio rápido e muita inteligência na hora de escolher o melhor caminho.

É importante que antes de procurar praticar a escalada, assim como qualquer outro desporto, que faças um exame médico para ver a sua situação física.

 

Equipamentos de Escalada

Os equipamentos básicos para a prática da escalada são: cordas, sapatilha para escalada, capacete e pó de magnésio para passar nas mãos.

A segurança do desporto é um dos requisitos mais importantes, que atrai um grande número de praticantes. E as cordas têm exactamente esta função, já que sem elas as quedas são inevitáveis.

 

História da Escalada

história da escalada desportiva começou em um inverno ucraniano. Foi nos anos 70 que um ucraniano teve a ideia de durante a fase mais fria do ano pendurar pedras em sua parede para que pudesse treinar. A ideia foi tão boa que logo todos os outros escaladores locais copiaram a ideia. Surgia aí a escalada desportiva.

Em 1985, na Itália, foi realizado o primeiro campeonato mundial. Que teve como obstáculo uma parede natural. Em 1987, pela primeira vez um campeonato foi realizado em uma parede artificial.

O campeonato do mundo de escalada desportiva foi criada em 1990. E, dois anos mais tarde, nos jogos olímpicos de Barcelona, finalmente veio a consagração do desporto, quando foi praticado como demonstração.

 

 

História da Escalada Desportiva.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
215

A História do BodyBoard.

O Bodyboard é um desporto que apareceu no início da década de 70, sendo “inventado” e desenvolvido, pelo grande surfista Tom Moorey, que surgiu de uma forma caricata, pois foi num dia em que Tom estava a surfar em Waimea Bay, até que apanhou uma onda com mais força que partiu a sua prancha ao meio.

Sentido-se aflito pegou numa das metades e nadou até Terra. Certo dia, após uma reflexão reparou que transformou a sua prancha de surf numa prancha de BodyBoard, na qual durante tempos, Tom foi inventando várias manobras, ganhando assim este Desporto vários Adeptos.

Este Desporto teve um rápido crescimento no Hawaii, não demorando a propagar-se pelo resto do Mundo. Perto dos anos 80, houve um desenvolvimento no Bodyboard tanto nos materiais e acessórios para pranchas.

Começaram-se a realizar campeonatos no Hawaii, Brasil, Austrália, EUA. Mais tarde, aparece uma nova geração mais radical, com novas manobras e com vontade de surfar ondas grandes e perigosas. Esta geração é proveniente da Austrália, Califórnia, Brasil, África do Sul e Portugal.

Hoje em dia, este Desporto já é conhecido Mundialmente, sendo um Desporto Profissional, mas com uma vertente de diversão e de usufruir a maravilha da Natureza que são as Ondas.

A História do BodyBoard.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
382

História da Asa Delta.

A origem da Asa Delta

Muito antes de surgir como desporto oficial, a Asa Delta teve como percursor o alemão Otto Lilienthal que terá construído um planador, tornando-se assim num dos mais famosos pioneiros da aviação. Esta sua criação deu origem a muitas outras novas invenções.

 

A invenção da asa triangular

Em 1948, o investigador da NASA Francis Rogallo, inventou uma asa triangular muito flexível e com capacidade para planar. Porém, o seu projeto “ficou na gaveta”, uma vez que não houve nenhum fabricante que acreditasse na comercialização do respetivo produto.
Mais tarde, nos anos 70, na Austrália, um colega de Rogallo, Bill Moyes, conseguiu que a primeira Asa Delta fosse produzida e, à conta disso, adquiriu alguma popularidade nas praias da Califórnia, nos Estados Unidos da América (EUA), local onde foi testado. Estes primeiros praticantes aperfeiçoaram o equipamento e melhoraram a resistência e a aerodinâmica da engenhoca.

 

O primeiro Campeonato do Mundo de Asa Delta

Em 1972, Mike Harker, um dos melhores praticantes de Asa Delta da altura, levou o desporto para a Europa e em 1975, na região de Tirol, na Áustria, realizou-se o primeiro campeonato do mundo de Asa Delta. A partir desse momento, o crescimento e a divulgação da modalidade fez com que este desporto ficasse conhecido e praticado em toda a parte.

 

 

Como se pratica a Asa Delta

A Asa Delta e o Parapente são as duas disciplinas que compõem o voo livre, uma vez que ambas partilham o objetivo de voar graças à ajuda das forças da natureza. Na Asa Delta, o navegador fica preso à asa delta propriamente dita por um cinto de couro e segura-se a uma haste metálica em forma de trapézio.
A partir do alto de uma montanha, falésia, encosta ou colina, o navegador lança-se no ar praticando três tipos de movimentos: procurando as referidas colunas de ar ascendente para ganhar altura, planar e descer até aterrar numa zona plana próxima do sopé da montanha de onde partiu. O silêncio do planar, a adrenalina da subida e a perícia na descida e aterragem constituem os desafios e as emoções maiores deste desporto.

 

As competências necessárias para a prática da Asa Delta

A Asa delta é um desporto extraordinário que tem 2 classes distintas (a classe das asas flexíveis e a classe das asas rígidas). Ambas exigem bastante força física para dominar ou usar o vento e as pressões de ar mais fortes a favor do navegador.

Para praticar a Asa Delta, é fundamental ter uma grande capacidade intelectual para interpretar as características do meio que se enfrenta: a força do vento, o nível de pressão atmosférica e a procura das correntes ascendentes. Todos os navegadores terão de ter um poder de reação muito rápido perante as condições adversas que podem surgir do nada e é por isso que esta modalidade não é aconselhável a menores de 15 anos de idade (ainda não têm maturidade suficiente para tal).

Além da capacidade física e mental, é necessário que o praticante tenha uma preparação teórica exaustiva antes de iniciar a prática da modalidade para que possa interiorizar todas as regras de segurança e movimentos essenciais. Uma aprendizagem eficaz não pode fazer-se sem um curso teórico e prático. São necessários conhecimentos fundamentais de aerodinâmica, meteorologia e regras

 

História da Asa Delta.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
176

A História do Mountain Bike, Regras e Curiosidades.

A História do Mountain Bike

Mountain Bike, ou Bicicleta de Montanha, é um tipo de bicicleta usado no Mountain Biking, uma modalidade de ciclismo na qual o objectivo é atravessar percursos com diversas irregularidades e obstáculos. Em alguns países de língua latina o desporto é chamado de Bicicleta todo terreno ou BTT (que significa Bicicleta Todo o Terreno).

Vem tendo uma popularidade que só cresce como poucos desportos já conseguiram e actualmente já é praticado no mundo todo, desde com os profissionais como no Cross Country, ou somente com fins mais recreativos e para descoberta como no Cicloturismo.

Esta modalidade do ciclismo apareceu por volta dos anos 50/60, quando um grupo de amigos ciclistas começou a andar em trilhas e descidas de montanhas da Califórnia.

As pessoas que mais se destacaram nesta modalidade considerados como os “pais” do Mountain Bike são Gary Fisher e Tom Ritchey, sendo eles os que foram os primeiros a começar fazer as bicicletas para Mountain Bike. De princípio começaram por fazer a utilização quadros Cruizer (mais vistos em Schwinn) e com um certo upgrade nos travões, utilizando também os pneus mais grossos. Hoje em dia os dois possuem as suas respectivas marcas próprias deste tipo de bicicletas para Mountain Bike, com isso tornaram-se referências neste meio.

 

As Principais Diferenças Entre o Ciclismo de Estrada e o Mountain Bike

A grande diferença que vários percebem é o tipo do solo, no ciclismo de estrada, todo o percurso é realizado na estrada, sendo geralmente grande parte dela no asfalto, e no Mountain Bike, também pode ser que andem em estradas ou mesmo no asfalto.

Os percursos de terra, descidas, lama, galhos, subidas, pedras, … são as coisas que marcam esta modalidade, uma outra diferença é a protecção mais intensa. Como no Mountain Bike, várias das etapas são a descer ou mesmo subir as trilhas de terra com muitos obstáculos, é necessário mais protecção para impedir lesões e feridas no caso de possíveis quedas, sendo que é bem mais provável do que no ciclismo de estrada.

As bicicletas tem também uma grande diferença com relação as de estrada (as de Mountain Bike possui mais variantes) elas tem as suas estruturas bem mais reforçadas, uma boa suspensão traseira ou então completa para melhorar a sua condução, travões mais fortes, entre diversas outras coisas.

As Modalidades do Mountain Bike

Há um número grande de modalidades neste desporto, sendo que várias delas já estão regulamentadas e com provas organizadas para as mesmas. Vamos então conferir algumas destas modalidades mais comuns e também populares:

Cross Country: Esta modalidade é a mais antiga do Mountain Bike, e foi ela a que fez surgir toda a formação desta modalidade. Como mencionamos acima, as suas regras mudam de prova para prova, e nos Jogos Olímpicos ela possui as suas próprias regras.

Na maioria das vezes é realizada em um percurso fechado, onde os ciclistas todos largam no mesmo tempo e o percurso é formado por descidas, subidas, partes que exigem mais técnicas e etc. Com isso, coloca a prova o atleta e ao mesmo tempo mostra o quão completo ele é, e vence o que conseguir chegar primeiro a chegada.

Downhill: Como o seu nome já diz, a sua caraterística principal é ser realizada descendo colinas com vários saltos, algumas curvas fechadas e diversos tipos de obstáculos. Os ciclistas saem individualmente e só vai ganhar o que conseguir completar o trajeto no menor tempo. Esta modalidade é muito perigosa pela grande velocidade na descida e por isso tudo também utiliza-se muito mais proteção como o capacete Full-Face, joelheiras e até mesmo uma espécie de colete reforçado para proteger o peito.

Não é muito praticada como as outras modalidades acima mesmo sendo bastante popular especialmente devido ao seu alto custo para poder participar, pois as bicicletas de Downhill são extremamente caras e depois é necessário muitos elementos para proteção também.

Trip Trial: Essa mistura é um pouco de lazer misturado com competição, com isso temos que falar que não há profissionais apenas de Trip Trial, isto por que ele é praticado por ciclistas de todas as modalidades do Mountain Bike e mesmo até os amadores.

Ela se caracteriza por ter um longo percurso, podendo até mesmo durar dias, e faz uma ligação de um ponto A ao B, estas provas geralmente são mais para comemorações fazendo uma ligação de uma cidade para a outra, é um tanto parecida com o ciclismo de estrada onde as pessoas podem olhar na beira da estrada ou então da trilha.

Freeride: Esta é uma versão mais recreativa do Downhill. Não é só para descer como acontece no Downhill mas possui também diversos obstáculos e saltos que geram muita adrenalina e um grande espetáculo. As bicicletas para fazer o Freeride são um pouco distintas das usadas para o Downhill. O Freeride pode ser realizado no meio de uma cidade, pelos parques, nas escadarias e algumas vezes em saltos montados temporariamente, que tem o nome de Urban Assault.

4X 4X: É muito parecida com a BMX, sendo realizada também com uma partida de 4 pontos, e tem como seu objectivo principal chegar na frente dos seus adversários a chegada. O percurso possui curvas bem inclinadas como a sua caraterística principal.

Trial: Não é muito popular mas talvez tu alguma vez já tenhas visto a passar na televisão, o Trial baseia-se em realizar um determinado percurso sem poder tocar com seus pés no chão, sendo sempre penalizado quando fizer isso, passando por vários obstáculos como cavaletes, rochas, latões, muros ou até mesmo carros.

As bicicletas para fazer-se esta modalidade são bem especificas com algumas caraterísticas que é terem quadros bem reforçados e pequenos, os pneus mais reforçados e sem ter câmara, tudo para que possa aguentar melhor todos os impactos e conseguir mais aderência. Esta é uma variante muito técnica e que precisa ter uma boa habilidade para que possas realizar.

Uphill: Bom, esta é basicamente a versão considerada a oposta ao Downhill, tendo que passar por subidas em vários percursos e precisa ser feita no menor tempo que for possível. Para esta modalidade o ciclista precisa ter uma enorme capacidade física e também resistência, utilizando materiais bem leves para que possa ser mais fácil na subida.

Enduro de Regularidade: Esta é a mais interessante das modalidades por que ao contrário de grande parte dos desportos de corrida onde tu precisas chegar em primeiro na meta ou então completar o percurso no menor tempo que conseguir, nela as provas já possuem um tempo para que sejam completadas que é definido pela organização, levando em conta o tempo estimado que é levado para completar-se os diversos percursos do trajeto.

Por qualquer segundo que houver um atraso, o ciclista sempre é penalizado com -1 ponto, e ao mesmo tempo por cada segundo a mais ele é penalizado com -3 pontos. Essa modalidade sugere uma regularidade e não que atleta vá a toda a velocidade para a linha de chegada, tendo com isso um bom controle de toda a sua performance e uma excelente noção de tempo.

BMX: A última das modalidades competitivas do Mountain Bike é o BMX. Como já foi dito, hoje em dia já é até mesmo uma modalidade Olímpica, na qual é muito popular e chama a atenção todo o tipo de pessoas, já que geralmente é realizada em um percurso já pré-determinado (em uma pista) com vários saltos e curvas que fazem com que o público goste e aprecie o desporto.

Os Equipamentos

Só um conselho que alguns destes equipamentos podem mudar entre as modalidades do Mountain Bike, vamos ver então alguns dos equipamentos para protecção que são mais comuns:

O Capacete: Bom, este é um equipamento fundamental para a nossa protecção e precisa ser sempre utilizado. Há hoje em dia dois tipos de capacetes. O mais simples que protege apenas o topo da nossa cabeça e o Full Face, que é igual ao utilizado no motocross que protege o queixo também, ele é utilizado em modalidades com mais perigo como o BMX ou Downhill;

As Sapatilhas: Elas precisam ser apropriadas para se poder praticar o Mountain Bike e se encaixar muito bem nos pedais para que nunca possa ocorrer de escorregar e com isso provocar um acidente mais grave.

Os Óculos de Proteção: Como este é um desporto geralmente praticado em percursos com terra, é aconselhado que utilize-se os óculos de protecção para que não entre terra ou algum tipo de pedra nos seus olhos.

As Cotoveleiras e Joelheiras: Todos já sabemos para que eles servem e são somente opcionais mas é aconselhado o seu uso principalmente nas modalidades nas quais são feitas com várias descidas, curvas e saltos mais apertados, e com uma maior chance de quedas.

A História do Mountain Bike, Regras e Curiosidades.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
254

SURF NO ASFALTO?

O surf e o skate são desportos intimamente ligados. Os primeiros skates surgiram nas piscinas de Califórnia em meados de 1960 e foram criados pelos próprios surfistas, que procuravam uma fuga para o flat.

Seguindo os princípios dos inventores da modalidade, uma empresa da Flórida pensou em aproximar ao máximo a sensação de andar de skate com a prática do surf. O resultado foi um skate com movimentos parecidos com o surf.

O segredo está no truck frontal, que é fixado sobre uma base que gira 360°. Além de dar velocidade nas curvas, o modelo proporciona manobras muito semelhantes ao surf. O truck traseiro usa o mecanismo tradicional, mas tem um entre rodas mais largo, funcionando como quilhas.

SURF NO ASFALTO?
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
122

Parkour, a arte do movimento.

O nome Parkour deriva do nome percurso, visto que tem como finalidade traçar percursos alternativos, ou seja, deslocar-se entre dois pontos pelo trajecto mais curto e não pelo mais acessível e previamente estabelecido pelo conceito de movimento imposto pela sociedade.

Passando a explicar: entre dois pontos situados em uma região urbana existem variadas barreiras arquitectónicas. Tomemos, por exemplo, uma escadaria que nos conceitos comuns é o método “correcto” para alcançar uma superfície mais elevada. Mas não seria mais rápido subir directamente a parede, apesar de não ser o método “adequado”? É neste termo que se baseia o parkour, no método mais rápido, e sim por vezes mais difícil, de alcançar o nosso destino. Apesar das dificuldades inerentes a este método de movimentação, é inquestionável que com o treino adequado e uma preparação física a condizer, o parkour é um método de deslocação mais eficiente que o método imposto pelas barreiras arquitectónicas.

Isto leva-nos a vertente desportiva do parkour, o parkour não pode de modo nenhum ser encarado com leveza, ou pressuposto como método convencional de deslocação, isto por várias razões. Com a transposição do obstáculo em vista, o traceur (praticante de parkour), tem a necessidade de utilizar várias técnicas que exigem preparação prévia e rigoroso esforço físico. Sendo de conhecimento geral que o esforço físico intenso não pode ser efectuado sem preparação para o mesmo, o traceur precisa preparar o seu corpo para este tipo de esforço. Esta preparação vem na forma de um aquecimento correcto, que evita possíveis — e por vezes graves — lesões musculares.

O parkour também não pode ser encarado como se fosse ausente de riscos, pois estes existem, e são bem reais e penosos para quem não está preparado, e muitas vezes também para quem está. A transposição de obstáculos envolve regularmente alturas, e sem qualquer dúvida que cair, sem qualquer dano físico, é um desporto por si só, pois envolve grande preparação e técnica que, ao serem ignoradas, podem dar origem, em vez de algum tipo de lesão, a uma situação mais grave de paralisia ou insuficiência motora. No fundo o parkour é encarado tanto como arte, desporto, ou filosofia de vida, sendo não só uma forma de movimentação, mas também uma maneira de encarar os desafios do quotidiano, visto que o parkour nos ensina a pensar rápido , e a vencer obstáculos.

Parkour, a arte do movimento.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
425

HISTÓRIA DO PARAQUEDISMO.

A história do paraquedismo tem início próximo de 1306, quando registos foram feitos de acrobatas chineses que saltavam de muralhas e torres com um item semelhante a um enorme guarda-chuva. Sua função era amortecer a queda e chegada ao solo. O paraquedismo só foi formalizar-se em um experiencia no século XV, quando Leonardo DaVinci iniciou estudos baseados na maneira de voar dos pássaros. Foi nesta época, que ele inventou diversas máquinas e equipamentos voadores. Ele foi considerado como o precursor como projetista de um paraquedas.

 

Mesmo com diversos estudos, o paraquedas só seria patenteado em 1783, por Sebatian Lenormand, que começou a realizar diversos saltos. Mas o primeiro paraquedista do mundo só surgiria em 1797. Seu nome era Andre-Jacques Garnerin e realizou diversos saltos, inclusive bateu o recorde, quando saltou a 8000 pés em Londres.

Com o passar dos anos, o paraquedismo tornava-se mais popular e fatos como a primeira vez que foi utilizado como salva-vidas e o primeiro acidente fatal acontecem.

O ano de 1911 foi marcante para a história do paraquedismo, já que foi quando uma das maiores polêmicas em relação ao desporto ocorreu. Até hoje há divergências em relação de quem realizou o primeiro salto de paraquedas de um avião. A disputa é entre Grant Norton, que saltou com um paraquedas de seda dobrado em seus braços, e Capitão Albert Berry, que foi com um paraquedas embalado em uma caixa de metal.

 

Mesmo classificado como um desporto, o uso do paraquedas já teve foco em acções muito negativas. O maior exemplo foi em 1941, quando o exército alemão empregou o seu uso como equipamento de guerra, lançando militares para conquistar a ilha de Creta. O único ponto positivo do uso do paraquedas em guerras, foi o grande incentivo que ele recebeu em seu desenvolvimento, o que foi essencial para melhorá-lo e aprimorá-lo. Tanto que após as Segunda Guerra Mundial, o paraquedismo desenvolveu-se rapidamente.

O auge do paraquedismo foi alcançado em 2012, quando o austríaco, Feliz Baumgartner, realizou o maior salto de paraquedas de todos os tempos, a uma altura de 39 mil metros, direto da estratosfera.

HISTÓRIA DO PARAQUEDISMO.
Não seguro para
"Clique aqui para mostrar
510