Guerrilha, a estratégia para não ser ignorado.

De uns tempos para cá, é bem visível a redução do impacto das campanhas ‘comuns’, a maior parte destas campanhas não tem nada de errado (apenas são conservadoras). Senão vejamos têm uma óptima produção, boa história e uma equipa altamente treinada para criar um boa comunicação, porém, o que todos sabemos é que os consumidores não conseguem mais captar as mensagens e apegar-se, isto deve-se a quantidade elevada de informações diárias que recebemos, por isso intrigar é a nova batalha do Marketing.

É raro ver um consumidor a ver 10 vezes a mesma campanha e dizer ‘quem são os que fizeram isso’ ou ‘essa marca não para de surpreender-me’, isto acontece porque o consumidor já consegue prever uma campanha com base nos padrões usados (comuns), e muitas vezes as marcas cometem o erro de fazer o mesmo que o concorrente.

Por exemplo: Se uma marca de veículos faz uma campanha onde exalta as características do veículo a probabilidade do concorrente fazer o mesmo é maior, pois acredita que só assim estará em pé de igualdade com outrem, errado, eis aqui a deixa que o mercado têm para começar a prever campanhas e assim antes mesmo de dizer o nosso carro é ……. o cliente já sabe como termina a história, e sem pena troca logo de canal se for TV ou pega o jornal/revista para limpar os vidros de for impresso.

Antigamente esse tipo de Marketing tinha muito poder, igualmente teve muito poder a pintura em muros, autocolantes, pinturas em veículos e muito mais. Mas hoje, nem pago o consumidor dança a essa música.

Eis aqui a necessidade de entrar para Guerrilha e apostar em Marketing espontâneo, pois, o seu DNA é baseado em criar o novo e chamativo o que cria um impacto directo naquele exacto momento (intrigar as pessoas e fazê-las comentar e auto-questionar). As campanhas de Guerrilha não são exigentes no Budget, porque fazem uma Big Picture a partir de pedacinhos do nada. Um dos princípios básicos do Marketing de Guerrilha é abandonar as mídias comuns criando novas opções de comunicar, seguindo a ideia “não compre mídia, crie uma”.

Guerrilha, a estratégia para não ser ignorado.
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