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Apple vai lançar 3 novos iPads em 2017.

Há algum tempo que se tem especulado sobre a possibilidade da Apple renovar a sua oferta nos tablets. Os iPads disponíveis neste momento deixaram de seguir a linha de novos lançamentos anuais e a empresa procura criar novidades.

 

Uma análise ao mercado de fornecedores mostra agora que a Apple terá em desenvolvimento 3 novos iPads e que os deverá apresentar já em Março de 2017.

Os dados que suportam este novo rumor vêm por parte dos analistas de empresas Barclays, que após uma avaliação da cadeia de fornecedores asiáticos determinou que a Apple deverá estar a preparar 3 novos iPads.

 

Estes 3 novos modelos estão a ser preparados para servir como actualização de alguns modelos que há algum tempo não vêm a sua oferta actualizada. São modelos que vão ter uma utilização total do ecrã, deixando de fora a utilização de molduras, dando assim uma área de utilização ainda maior.

Especula-se que um novo iPad de 10 polegadas estará a ser criado, tendo um tamanho igual ao actual iPad Pro de 9,7 polegadas. Este passo leva também a assumir que este deverá ser o primeiro equipamento da Apple a dispensar o botão Home físico, algo que também já se fala há algum tempo. Não existe no entanto qualquer certeza sobre o tamanho final deste iPad de 10 polegadas.

 

Para além deste modelo, a Apple deverá actualizar também os seus modelos Pro, dando a estes algumas das novas características que foram surgindo ao longo dos anos. Fala-se da utilização de um ecrã True Tone e da actualização das câmaras fotográficas.

 

Quanto ao iPad Mini, este deverá manter-se inalterado, continuando a Apple a basear a sua oferta no iPad Mini 4, apresentado em 2015. Nada indica que existam novidades no modelo de menores dimensões.

 

Estas novidades vão finalmente renovar a oferta da Apple no campo dos iPads, algo que se esperaria que tivesse acontecido este ano. Diversas vezes foram apontados como presentes nas apresentações da Apple, mas sem nunca se concretizar.

 

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Conhece a nova aplicação do Google para mensagens.

O Google apresentou ao mundo, em Maio de 2016, a sua nova aplicação para mensagens, que tem como objectivo competir com o Whatsapp e o Messenger, do Facebook. É o Allo, uma aplicação cujo maior diferencial é um “chatbot” alimentado pelo assistente virtual Google Assistant.O funcionamento do Allo é parecida com varias outras aplicações para mensagens.

É possível fazeres qualquer tipo de pergunta ao chatbot @google, que entende as tuas pesquisas mais complicadas e ainda conversa contigo, sugere novas pesquisas e serviços do Google. Também é possível “jogares” com o assistente virtual (fazendo brincadeiras como “adivinha o nome do filme com base no emoji”, por exemplo), ou inserir-lo numa conversa com os teus amigos, o que activa as “sugestões de resposta“. As sugestões são baseadas na forma como tu conversas, e também podes trocar de fotografias. Em um exemplo apresentado pelo Google, o usuário recebia uma foto de um amigo na sua formatura e o assistente sugeria respostas como “Parabéns” ou “Que bonito!”.

Além do chatbot, o funcionamento do Allo é bem parecida com as demais aplicações para mensagens: para usares, basta registrares o teu número de celular. As conversas contam com indicadores de mensagens enviadas e recebidas, emojis e stickers e criptografia de ponta a ponta. Existe também algumas funções parecidas com as do Snapchat, por exemplo, podes desenhar nas fotografias antes de enviares,  diminuíres ou aumentares o tamanho do texto.

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Ciclo de inovação de iPhones será de 3 em 3 anos

Os rumores envolvendo o iPhone estão mais sólidos do que nunca. A esta altura do campeonato, nós somente seremos pegos de surpresa se tudo o que ouvimos até aqui estiver errado. Por enquanto, nossa posição é ter como verdade que realmente a saída de 3,5mm para fones de ouvido não existirá mais no próximo iPhone e que as mudanças drásticas para o aparelho ficarão para 2017. Caso isso realmente aconteça, veremos um paradigma a ser quebrado no que diz respeito à estratégia de inovação.

Até hoje, vimos grandes novidades surgirem no iPhone apenas a cada dois anos e, segundo o jornal Nikkei, o padrão a ser adotado pela empresa daqui em diante será a cada três anos. De acordo com o relato, existem dois motivos principais para que isso aconteça.

Essa manobra é principalmente devido ao pouco espaço que existe para grandes melhorias nas funções dos smartphones. Um mercado em desaceleração é outro factor.

O iPhone que será anunciado provavelmente no terceiro trimestre será quase idêntico ao 6/6s, trazendo pequenas melhorias na qualidade de fotos, na resistência à água e na bateria.

Se já está quase estabelecido que o design o “iPhone 7” (se assim for chamado) não terá nada de muito significativo, os rumores acerca das suas especificações ainda estão a ser gerados. Um analista da IHS publicou em uma rede social chinesa que, de acordo com uma rede de fornecimento, os aparelhos prestes a serem lançados iniciarão com a capacidade de 32GB (por US$199 com contracto). Isto nos leva a concluir que este seria o modelo de entrada, descartando a opção de 16GB.

Antes de haver muito barulho e comemoração, é preciso dizer que esta afirmação vai totalmente contra à de Steve Hemmerstoffer, que mostrou que a opção de 16GB ainda estaria entre nós este ano. A publicação também nos revela que os aparelhos viriam com 2GB de RAM, não explicitando se valerá também para o modelo de 5,5″ — que, segundo um analista do KGI Securities informou neste mês, viria com 3GB.

Rumor ou não, em tempos de câmeras com resolução 4K já não é preciso dizer que meros 16GB não dão nem para o começo.

 

fonte: https://macmagazine.com.br

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Apple lançará SDK da Siri

A apple está mais que ciente de todas aquelas críticas feitas à Siri, dizendo que a assistente basicamente parou no tempo e se deixou ultrapassar por concorrentes mais capazes. The Information, relatou que a multinacional irá acabar com todo esse estigma em menos de três semanas — mais precisamente, na WWDC 2016.

A reportagem obteve informações de fontes próximas do assunto, que garantem: no próximo evento da Maçã, será lançada um SDK para a Siri, permitindo que desenvolvedores criem interações próprias com a assistente e expandam significativamente sua funcionalidade, o que já acontece com duas das suas concorrentes mais populares: a Cortana, da Microsoft, e a Alexa, da Amazon.

Segundo as fontes, foram anos de discussão em Cupertino para resolver qual seria a melhor forma de abrir a Siri para a comunidade de desenvolvedores, e eles finalmente chegaram a um acordo, que será testemunhado pelo mundo já no dia 13 de junho.

E não é só isso! Numa revelação muito interessante, a reportagem afirma que a Apple dará um passo além e lançará quem sabe já na WWDC um alto-falante Siri-cêntrico, nos moldes do Amazon Echo e do recém-anunciado Google Home. As fontes informam que a Maçã já estaria trabalhando nesse novo produto desde antes da apresentação do Echo, em meados de 2015, e seria um aparelho totalmente conectado com os serviços existentes da Apple, apresentando integração não só com a Siri, mas também com o HomeKit e o AirPlay, por exemplo.

Ou seja, estamos falando de um produto que seria uma espécie de central de comandos da casa moderna, tomando ordens pela Siri de qualquer lugar e ativando/pedindo/registrando qualquer tipo de coisa — mais ainda do que o normal, considerando a supracitada abertura da assistente. Se eu pareço animado com as possibilidades, é porque eu realmente estou.

 

fonte: https://macmagazine.com.br

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iOS 9.3.1 está agora disponível!

A atualização está disponível tanto pelo próprio aparelho (Ajustes » Geral » Atualização de Software) quanto pelo iTunes (basta plugar o dispositivo no computador e abrir o iTunes para que um aviso sobre a atualização apareça).

O bug dos links parecia ter relação com o aplicativo Booking.com e o recurso links universais. Sabes quando abres um link do Booking.com e, em vez de ele abrir no navegador, és levado para dentro da app? Esse é o recurso links universais. O problema é que a base de sites associados (que leva um determinado link a abrir dentro do app) do Booking.com estava gigante, o que causava uma sobrecarga no recurso que deixava de analisar o conteúdo do link e, consequentemente, causava o bug.

Esse problema, porém, não era uma particularidade do Booking.com; outros apps — como o Wikipedia Mobile, só para citar mais um — também apresentavam o bug no arquivo de sites associados.

Ambos correram para corrigir esse defeito mas, mesmo excluindo os app e reinstalando-os, usuários continuaram com dificuldades por conta do cache do próprio iOS. Até pintaram por aí meios alternativos de forçar uma limpeza de cache do iOS.

 

fonte: https://macmagazine.com.br

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CONHECE O IKLIPS: O PEN DRIVE PARA DISPOSITIVOS iOS

As maravilhas das tecnologias modernas ainda trazem algumas coisas chatas de vez em quando. Normalmente elas são limitações frustrantes de espaço físicos nos nossos celulares e tablets. Claro, a nuvem ajuda, mas ainda não substitui por completo uma mídia física. Agora nós poderemos expandir a capacidade dos dispositivos iOS e facilmente transportar esses dados entre os aparelhos usando o pen drive da iKlips. Este dispositivo adicionará entre 32GB e 128GB de memória extra para os gadgets quando plugado na porta de energia.

O pen drive chega ao mercado pelo preço de U$65. Ele oferece uma porta USB 3.0 de um lado e um conector para a porta de carregamento do outro. Para permitir que os arquivos sejam usados no dispositivo iOS, simplesmente introduza o pen drive no seu PC ou Mac e comece a transferir os arquivos. O gadget oferece o formato exFAT, o que significa que ele pode suportar arquivos maiores que 4GB. Para acessar e gerenciar os arquivos no pen drive, é necessário apenas baixar o aplicativo grátis. Podes usar os arquivos diretamente do dispositivo e ele usa apenas um pingo de energia do aparelho. Além disso, ele é feito de alumínio durável e tem a certificação MFi da Apple.

Atualmente o dispositivo pode ser adquirido em três cores e capacidades de diferentes: cinza de 32 GB, por 65 dólares, cinza de 64 GB por 79 dólares e vermelho de 128GB por 129 dólares.

fonte: http://www.zoomdigital.com.br

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Poderemos ter iCloud e Apple Pay em breve no Android

Algumas declarações recentes da Apple, disseram que a Apple Music no Android foi uma forma de perceber como um serviço Apple seria aceite pelos utilizadores Android.

A fim de mostrar um continuo desenvolvimento, um manter de um interesse por parte dos smartphones e do que têm constantemente para oferecer aos utilizadores, a Apple está empenhada em oferecer o que tem de bom. Mas é o oferecer aos utilizadores de outros sistemas operativos, nomeadamente do Android, onde já começou a lançar as primeiras cartas com o Apple Music.

A possibilidade de ter num Android serviços da iCloud, como o calendário, o e-mail ou os lembretes, ou até mesmo a nova galeria de imagens, seria uma grande vantagem para os utilizadores das duas plataformas e uma maior oferta de qualidade para os utilizadores Android.
Outro dos serviços lógicos a chegar ao Android pela mão da Apple seria o iMessage, este poderia passar a ser um serviço universal e gratuito, concorrente do Skype ou do Hangouts.

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Fala-se ainda de outro grande serviço, Apple Pay, mas parece ser um pouco mais complexo. Uma das grandes características do serviço de pagamentos da Apple é a sua segurança e abrir este sistema ao Android, teria de ser algo muito restrito em termos de modelos compatíveis e onde a Apple pudesse exercer um controlo apertado.

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Valerá a pena esta investida da Apple? Quando o seu mercado é gigante e continuamente garantido ?
As primeiras análises, usando o Apple Music no Android, contam já com um grande número de downloads com uma classificação de apenas 3,3 pontos em 5. Para o sistema de classificação de Android não é nada especial.

Visto de fora, quem conseguir este suporte cross-OS, poderá adquirir uma vantagem importante para quem é utilizador de ambas as plataformas. Dificilmente as aplicações suportadas no outro ambiente, serão factor de decisão aquando da compra de um novo equipamento.
Esta é uma movimentação típica da Apple e que, sempre que fez algo do género, ganhou imenso no futuro. Logo veremos se o iCloud e Apple Pay irão definitivamente estar presentes na próxima versão do Android.

 

fonte: http://www.lilireviews.com

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Apple TV já tem VLC

A diversidade de plataformas exige uma manutenção elevada e uma capacidade de resposta para todos os sistemas operativos e condições e é aqui que, VLC conseguiu chegar ao Apple TV.

É inédito pois mais nenhum player multimédia está presente em todas as plataformas, sejam elas desktop, móvel ou até outros tipos. O VLC para a Apple TV segue a mesma linha de desenvolvimento que esta aplicação tem nas diferentes plataformas da Apple. Com a interface já conhecida do player, limpa e muito simples de usar, permite que tenhamos na nossa televisão acesso a conteúdos. A situação torna-se prática e espetacular quando falamos de conteúdos em discos que tenhamos, NAS, ou outros media-centres.

Podemos considerar que ainda é um produto beta. Existem aspectos a melhorar como a ligação a serviços Cloud com o Dropbox ou OneDrive, mas já estão a ser testados internamente para uma futura versão. Com o VLC para a Apple TV, esta ganha a capacidade de reproduzir conteúdos em formatos que até agora não estavam disponíveis e que podem agora ser vistos. Ao instalar e lançar o VLC na Apple TV ele vai automaticamente descobrir todas as fontes que existam na rede, sejam elas via SMB, partilhas Windows, media servers UPnP, FTP ou PLEX.

O processo é simples, tal e qual como se faz em qualquer equipamento a que já estamos habituados: basta navegar para o ficheiro e play.
Todas as funcionalidades esperadas são suportadas como adicionar legendas, aumentar ou diminuir a velocidade de leitura, ver a capa associada ao conteúdo e muitos mais.

Agora é instalar e utilizar à farta para ter uma próxima versão estável.

fonte: www.lilireviews.com

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Apple TV: vale a pena ?

A última versão do set-top box streaming de multimédia da Apple, trouxe novidades mas também decepções, críticas.

A maior mudança introduzida é sem dúvida a funcionalidade. Um dos aspectos trabalhados pela Apple foi o sintetizador de voz, permitindo uma pesquisa cómoda, segura e funcional. Mas na realidade os resultados conseguidos, ficaram um pouco além. Infelizmente o “falar para procurar” encontra séries e filmes apenas nas bibliotecas da Netflix, HBO, Showtime, e Hulu. Não é possível encontrar nada no YouTube, a CBS, ABC, NBC, PBS, e assim por diante. É uma oportunidade perdida!

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Pelo preço de 150 e 200 dólares US não estamos de facto, a comprar algo inovador ou diferente do mercado. Mas estamos sem dúvida a comprar uma experiência mais polida do que os sistemas rivais (e mais baratos) da Roku e da Amazon, ambos por 99 dólares.

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Este novo modelo é uma primeira tentativa de uma nova abordagem mas a opinião pública é unanime, estas novas funcionalidades são apenas “catch-ups” e algumas parecem limitadas. Um dos maiores problemas encontrados é a necessidade de restaurar todas as configurações a partir de versões mais antigas do Apple TV, caso seja o caso de sermos donos de versões anteriores. Canais que tenhamos gostado e que usamos antes, têm que ser procurados novamente a partir da loja de aplicações. Para aquelas que exigem login, será necessário ter que fazer tudo de novo.

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Mesmo para os elementos mais básicos, o equipamento é melhor para streaming de conteúdo de vídeo do que os produtos menos caros da Amazon, Roku e Google. Embora a nova “caixa” de Apple tenha falhas, possui uma interface mais limpa para encontrar coisas para ver e aplicações e jogos mais atraentes. Apple TV pode não ser a solução para os consumidores que querem cortar com os seus serviços caros de televisão por cabo, mas pode ser uma ferramenta para isso. Uma vantagem do Apple TV sobre seus concorrentes reside na sua comunidade de desenvolvimento. Não está ligado à ideia de canais de TV ao vivo, ou até streaming. É mais uma solução onde os developers são capazes de fazer as coisas mais interactivas para o público mais amplo.

Isso é o que define Apple TV, equipas internas que irão fazer coisas novas e originais através de um software, o que não acontece noutras plataformas.

fonte: www.lilireviews.com

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