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Erros que os pais cometem na educação financeira dos filhos

Criar um filho é um trabalho a tempo inteiro e de longo prazo. Além de garantirem que são asseguradas as necessidades básicas da criança (como a alimentação, vestuário e a saúde), os pais são também responsáveis pela sua educação aos mais diversos níveis: desde a educação escolar, passando pela transmissão de valores importantes para a construção da personalidade da criança, mas também pela passagem de conceitos financeiros importantes para que as crianças se tornem adultos financeiramente responsáveis. E, neste campo, fica a conhecer os principais erros que os pais cometem na educação financeira dos seus filhos e sabe como evitá-los.

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NÃO DÊS SEMANADA OU MESADA: Ao atribuíres uma determinada quantia aos teus filhos estás a atribuir-lhes uma responsabilidade e a deixá-los tomar as suas próprias decisões. Provavelmente, nos primeiros tempos é possível que as crianças se sintam tentadas a gastar rapidamente a sua semanada. No entanto, é fundamental que quando isto acontecer os pais não tentem colmatar ou proteger as opções erradas que os filhos fazem na gestão da semanada. Por exemplo: Imagina que o teu filho “estoura” a semanada logo no primeiro dia em que a recebe. Não lhe dá mais dinheiro até à data da próxima semanada e tenta evitar comprar-lhe os rebuçados ou um artigo que ele compraria se tivesse gerido melhor o dinheiro. Lembra-te que se estiveres sempre a dar cobertura às más opções do teu filho, dificilmente ele aprenderá a fazer as escolhas certas.

2. ESCONDER DA CRIANÇA OS PROBLEMAS FINANCEIROS DA FAMÍLIA: Num contexto de crise, a situação financeira de uma família pode ser abalada: o rendimento cai e, como tal, é necessário cortar os gastos do agregado e fazer opções de consumo. Muitas vezes os pais tentam poupar os filhos da pressão que estes problemas causam e continuam a manter o mesmo padrão de consumo dos filhos, muitas vezes com sacrifício dos próprios pais. É uma opção que pode ser perigosa já que dá à criança uma visão distorcida das suas possibilidades. É importante que as crianças estejam informadas da situação financeira da família e se sintam parte da solução. No entanto, toma alguns cuidados na forma como abordas a questão: Evita ter um discurso excessivamente negativo ou dramático, ou transmitir demasiados detalhes sobre a tua situação financeira sob pena de passar demasiada pressão e ansiedade para os teus filhos.

3. Principalmente a um filho. No entanto, por vezes é importante uma criança aprender a ouvir um “não”, para que ela comece a interiorizar que o dinheiro, as prendas e objectos de desejo não caem do céu e têm um custo. E que o facto de se entrar numa loja não significa que tenhamos sempre de comprar alguma coisa. Mas para que esta estratégia seja eficaz não basta dizer “não”: é importante que esta palavra seja acompanhada por uma explicação. A partir de uma determinada idade é também fundamental que as crianças aprendam que se querem realmente algo têm de esperar e poupar para o conseguir.

4. TRANSMITIR MENSAGENS CONTRADITÓRIAS: A melhor forma de passar bons conceitos financeiros aos teus filhos é dando um bom exemplo. Imagina que vais ao centro comercial com os teus filhos e eles lhe pedem que compres um determinado artigo. Não lhes podes dizer que não tens dinheiro disponível para comprar o que eles desejam e depois decidires comprar uma mala ou uma peça de roupa para ti. As mensagens que passas sobre o dinheiro e o conceito de poupança não devem ser contraditórias. Têm de ser coerentes. Isto significa que se em casa costumas falar com os teus filhos sobre a necessidade de poupar e a importância de gerir os gastos é importante que as tuas ações espelhem as tuas palavras.

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Cinco dicas para divulgares o teu pequeno negócio

Para muitas pessoas, ter um actividade, à parte do seu emprego, é uma forma de aumentar os rendimentos mensais. Algumas ideias de actividades extra que podem fazer são: babysitting, cuidar de animais domésticos, passar roupa a ferro, fazer uns trabalhos de costura ou traduções. Qualquer que seja o serviço que ofereça para ganhares algum dinheiro, a parte mais difícil pode ser atraíres clientes, ou seja, dares a conhecer o teu trabalho.

Existem algumas formas de espalhares a palavra sobre os serviços que prestas e aumentares as hipóteses de ver a tua lista de clientes a crescer, como, por exemplo, distribuíres panfletos, colocares anúncios em locais estratégicos ou distribuíres cartões-de-visita. Aqui ficam algumas ideias de baixo orçamento para quem quer divulgar um pequeno negócio.

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1. FAZ CARTÕES DE VISITA: Faz um cartão-de-visita atraente, mas sobretudo que contenha a informação mais importante, como os contactos, endereço de correio electrónico e ‘site’ (se houver), para que os interessados saibam para onde contactar. Quando tiveres o cartão, distribui-o a todas as pessoas que conheces. Nunca se sabe quando não se vai cruzar com alguém que necessita dos teus serviços ou conhece alguém que precisa.

2. CRIAR E DISTRIBUIR PANFLETOS: Este é um dos primeiros passo para divulgares um pequeno negócio. Em primeiro lugar, é preciso criares o panfleto ou folheto com imagens e palavras que chamem à atenção do negócio e que contenha informação fundamental, como: quais os serviços, qual o preço, número de telefone, e-mail e outras informações relevantes. Depois, escolhe algumas zonas-chave, onde acreditas que possas angariar clientes, e distribui os panfletos. Entra em algumas lojas ou cafés movimentados na zona e pede para deixares alguns panfletos.

3. CRIA UM “BLOG” COM CONTEÚDOS RELEVANTES: O marketing de conteúdos é uma das melhores, e mais baratas, formas de criares uma relação duradoura com os clientes e também de atraíres novos consumidores. Assim, uma ideia relevante é criares um blogue, onde passes a divulgar conteúdos, criados por ti, onde te posicionas como especialista, que és capaz de dar solução aos problemas dos clientes. Para dares a conhecer este blogue, é importante estares presente nas redes sociais, assim como utilizar técnicas de SEO – Search Engine Optimization, que ajudam a posicionares o blogue nos lugares cimeiros do motor de pesquisa do Google.

4. CRIA UMA PÁGINA DE “Facebook”: A presença nas redes sociais, principalmente o Facebook, é um passo obrigatório para quem quer divulgar um negócio. Em primeiro lugar, porque criar uma página nesta rede social é gratuito e depois porque muitos dos teus potenciais clientes podem estar no Facebook. Para criares interação e conseguires chegar a mais pessoas, é necessário dinamizares o perfil da página. Além de publicitares os teus serviços, coloca notícias que possam estar relacionadas com o negócio, lança debates e, se possível, conteúdo próprio que as pessoas possam querer ler e partilhar. Pede ajuda aos teus amigos para partilharem a tua página de Facebook e coloca alguns temas.

5. COLOCA ANÚNCIOS EM CLASSIFICADOS: Uma outra forma de divulgares o teu pequeno negócio é colocando um anúncio em jornais de classificados “online”, como o OLX (na parte de serviços). É certo que para colocares um anúncio nesta plataforma, eventualmente terás sempre de pagar uma comissão, mas o retorno poderá valer a pena.

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Dez dicas para procurares emprego de forma eficaz

A procura de emprego pode ser um processo cansativo. Procurar uma oferta que vai de encontro às tuas competências, entregar o currículo várias vezes e não obteres resposta é uma actividade frustrante. Face a este problema, existem várias tácticas que podes utilizar se estás à procura de emprego.

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1. ESTEJA PRESENTE NO LinkedIn: Apostar nas redes sociais pode ser uma boa forma de te manteres a par do mercado de trabalho. Além de algumas ofertas estarem presentes nesta rede social dedicada aos profissionais, ter o teu perfil actualizado e com descrições do que já fez pode ajudar o seu futuro empregador a conhecer melhor a suas qualificações e competências.

2. APOSTA NO “NETWORKING”: Estabelece contactos com colegas e amigos e informa-os que estás à procura de trabalho. Se tiveres um perfil activo no LinkedIn tente também entra em contacto com responsáveis de empresas de recrutamento ou responsáveis da empresa onde gostavas de trabalhar. Pede conselhos e dicas que possas implementar na tua procura de emprego.

3. PROCURAR NOS SÍTIOS CERTOS: Nos tempos que correm existem vários locais com ofertas de emprego. A internet tem sido o local de excelência para a divulgação de ofertas. No entanto, é necessário que tenhas em conta que muitas ofertas não são verdadeiras. Por isso, responde apenas a ofertas que estejam em sites credíveis, como os sites das agências de recrutamento e que divulguem o nome da empresa.

4. ESTEJA ATENTOS ÀS OFERTAS DE EMPREGO: Dedica uma ou duas horas do teu dia para pesquisares as várias ofertas de emprego. Pesquisa na internet, nos jornais diários e semanários. Esteja atento, também, aos ‘placards’ dos supermercados.

5. ACTUALIZA OS TEUS CONHECIMENTOS: Se estás sem emprego, aposta na tua formação. Opta por formações e ‘workshops’ para forneceres o teu currículo de vantagens diferenciadoras face aos outros candidatos. Se preferires, podes ainda optar por obter uma licenciatura ou mestrado. O importante é que estejas a par do que se passa no mercado de trabalho, em particular na tua área de especialização.

6. CRIA UM CV MARCANTE: Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante que o teu “curriculum vitae” se distinga do dos outros candidatos. Olha para o teu currículo como um instrumento que irás mostrar ao teu futuro patrão, o porquê de contratá-lo. Lista as tuas principais competências e experiência mais relevantes, bem como as tuas ‘soft skills’.

7. ESCREVE UMA CARTA DE APRESENTAÇÃO: Muitas ofertas de emprego pedem que envies em conjunto com o teu CV uma carta de apresentação ou motivação. É imperativo que escrevas uma carta de apresentação que reflita o espírito da empresa e que seja entusiasmante de forma a despertar curiosidade sobre o teu currículo.

8. PESQUISA SOBRE A EMPRESA: Antes de concorreres a uma oferta de trabalho, pesquisa informações sobre a empresa a que te candidatas. Lê o site da empresa, bem como as redes sociais em que ela está presente. Informa-te sobre as políticas internas da empresa, de forma a adequares o teu discurso e a tua forma de vestir.

9. SEGUE AS REGRAS DE OURO ANTES DE IRES A UMA ENTREVISTA DE EMPREGO: Se foste chamado para uma entrevista, encara-a como um exercício que poderá ser repetido várias vezes. Esta é uma forma de poderes aprender com esta experiência caso não sejas chamado para ocupar a vaga oferecida.

10. MANTÉM-TE ENTUSIASMADO E MOTIVADO: Receber muitos “nãos” numa altura em que se está mais sensível pode ser devastador. O importante é que te mostres entusiasmado e motivado nas entrevistas de emprego. Fala de forma confiante e tenta convencer o recrutador que és a pessoa mais habilitada para exercer a função a que te candidatas.

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Sete dicas para quem quer trabalhar em casa

Quem trabalha em casa ou apostou numa carreira ‘freelancer’ pode ter menos preocupações porque não tem de passar horas no trânsito, nem tem horário de trabalho definido. Mas se não tomares precauções e fores uma pessoa que precisa de trabalhar sobre pressão para alcançar objectivos, trabalhar em casa pode trazer-te alguns problemas. Aqui ficam algumas dicas que podem ajudar-te a ser o “chefe” de ti próprio.

 

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1. IMOPÕE LIMITES: Se tiveres filhos em casa, trabalhar irá tornar-se um pouco mais difícil. O mesmo irá acontecer se tiveres tarefas domésticas, como camas por fazer ou loiça por arrumar. Estas pequenas distrações podem custar-te um dia de trabalho. É imperativo que estabeleças limites para os teus filhos, mas também para a execução de tarefas domésticas. Se existe um horário de trabalho terá que o cumprir.

2. ESTABELECE UM HORÁRIO: Ser um trabalhador ‘freelancer’ nem sempre é fácil. Para garantires que consegues apresentar propostas a tempo aos teus clientes, convém que mantenhas um horário fixo de trabalho. Poderá ser das 9h às 17h ou das 10h às 18h, como for mais útil. Não faz horas de almoço muito longas de forma a manteres o ritmo de trabalho e a conseguires respeitar prazos. Respeita o teu horário de trabalho como se trabalhasses fora de casa.

3. ARRANJA UM ESPAÇO PRÓPRIO DE TRABALHO: Arranja um canto na tua casa e aproveita para instalares a tua secretária. O espaço de trabalho deve ser exclusivamente para ti e não deve ter qualquer tipo de distrações. O ideal é que o espaço da tua casa seja o mais profissional possível, de maneira a que consigas atingir níveis de produtividade suficientes para fazeres o teu trabalho sem problemas.

4. CUIDADO COM O PIJAMA: Trabalhar de pijama ou de fato de treino é um cenário pouco profissional e pode levar-te a diminuir o teu ritmo de trabalho ao longo do dia. Não te sintas demasiado confortável. Deverás mudar de roupa normalmente como se fosses para o escritório. Não precisas de vestir fato e gravata, mas algo que te dê mentalmente uma ideia de que estás no teu local de trabalho.

5. NÃO CEDE À PROCRASTINAÇÃO: Adiar trabalho para ir tomar um café com os amigos, ir às compras ou até ficares um pouco mais na cama, pode revelar-se perigoso se pretendes atingir um determinado objectivo profissional. Perderes um dia de trabalho poderá dar uso a atrasos e a perda de ritmo de trabalho fundamentais para quem trabalha para atingir um determinado fim.

6. PLANEIA O TEU DIA: Arranja uma agenda onde poderás consultar aquilo que tens para fazer durante o dia, semana ou mês. Desta forma será mais fácil para ti organizar o teu tempo. Determina objectivos de forma a que seja possível garantires um ritmo de trabalho sustentável. Se conseguires atingir todos os teus objectivos antes da “hora de saída”, poderás mesmo ter algum tempo livre para ti.

7. MANTÉM CONTACTO COM OS COLEGAS: Apesar de trabalhar em casa ser um pouco mais calmo e conseguires estar mais concentrado naquilo que estás a fazer a verdade é que poderá levar a que se torne um pouco mais solitário. Uma das maneiras de contornares este problema é manteres o contacto com os antigos colegas do escritório. Desta forma, poderás saber aquilo que se passa no escritório. Poderás até alargar a tua rede de contactos, o que é imprescindível se fores ‘freelancer’.

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10 passos para transfomares o teu estágio num emprego

Existem muitas estratégias que os estagiários podem colocar em prática durante este tempo em que estão integrados no dia-a-dia de uma empresa para tentarem garantir que a sua presença laboral passe de temporária a permanente.

Sabe como transformares o teu estágio num emprego, seguindo as dicas que trazemos para ti.

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1. ESCOLHE O ESTÁGIO CERTO PARA O TEU PERFIL: Para começares, tenta estar atento a estágios que se adequam às tuas competências, formação académica e experiência profissional prévia, caso a tenhas. É importante também avaliares o trabalho a desenvolver durante o estágio. Muitas vezes, as empresas pequenas ou médias, com falta de colaboradores, podem oferecer as melhores oportunidades de progressão na carreira e transição para um emprego pós-estágio. Se possível, tenta falar com pessoas que passaram pelo mesmo estágio para avaliares a sua experiência a nível laboral.

2. CONCENTRA-TE NO AQUI E NO AGORA: Um dos maiores erros durante um estágio é não te aplicares ao máximo no trabalho que tens em mãos naquele momento e estares já a pensar qual será o teu próximo estágio que te dará passagem directa para uma posição permanente numa empresa. Em vez disso, concentra-te no momento presente: executa as tarefas que te são confiadas de forma competente e no prazo previsto; mostra-te sempre disponível e capaz de trabalhar em equipa; constrói a tua reputação e mostra que podem confiar em ti.

3. SEJA AVALIADO: Apesar de a sua atenção estar focada no trabalho presente, deve manter sempre o futuro em mente e a possível conversão do seu estágio num emprego. Sabendo que muitas empresas aproveitam os seus programas de estágio como forma de recrutamento, informe-se sobre os passos necessários a dar na fase pós-estágio, já que isso mostrará ao potencial empregador que está interessado na empresa. Se o processo estiver formalizado, com avaliações intermédias e finais, informe-se sobre essas mesmas avaliações e prepare-se para as mesmas. Se existirem vagas abertas na empresa não hesite em candidatar-se.

4. RECEBE “FEEDBACK”: Mesmo que a empresa onde estejas a estagiar implemente um processo formal de avaliação, solicita ‘feedback’ regular sobre o teu trabalho e não esperes que o estágio chegue a meio ou ao fim para saberes o que pensam de ti e do teu trabalho. Nas primeiras semanas, pede ‘feedback’ semanal e tenta melhorar o que não estiver bem. No momento de te candidatares a um emprego permanente esta avaliação do teu estágio será preciosa.

5. ALARGA A TUA REDE DE CONTACTOS: Assim que o estágio começa, luta contra a timidez e fala com os teus colegas de trabalho. Aproveita o estágio como uma boa oportunidade para fazeres ‘networking’ e alargares a tua lista de contactos, que te serão úteis no futuro para progressão na carreira. Sejam profissionais mais séniores ou colegas de estágio, todos são contactos vitais para obteres uma referência ou recomendação para uma determinada posição dentro da empresa. Uma boa forma de alargares os teus contactos é participar nos eventos organizados pela empresa e falar com pessoas fora da tua equipa.

6. NÃO TENHAS MEDO DE FAZER PERGUNTAS: Mais uma vez, liberta-te da timidez e sempre que tenhas uma dúvida não tenhas receio de colocá-la. Anda sempre com um caderno de notas para nunca te esqueceres do que te é pedido ou transmitido. Não faças de conta que sabes algo só para impressionares, admite as tuas dúvidas. Encara o teu estágio como uma entrevista de emprego mas acima de tudo como uma experiência de aprendizagem. Faz perguntas e utiliza depois os conhecimentos adquiridos no contexto adequado.

7. ESTABELECE METAS: Logo no início do estágio, faz uma reunião com o teu chefe ou orientador e estabelece as metas e os objectivos para o período de estágio. Discute quais os projectos que gostarias de realizar e as competências que esperas adquirir. Tenha sempre uma atitude positiva face ao trabalho, mesmo que algumas tarefas não te agradem a 100%. Se provares que consegues realizar as tarefas menores, em breve ser-te-á dada mais responsabilidade.

8. SEJA ASSERTIVO: Aprende o máximo que conseguires durante o teu estágio, mantendo-te ocupado com vários projectos e oferecendo-te como voluntário para diferentes tarefas. Se pedirem ajuda para algo, mostra-te disponível. Não te limites à tua equipa ou ao teu departamento, procurando obter mais experiência em várias áreas da empresa. Prova que estás à altura das responsabilidades de um trabalho permanente e a tempo inteiro.

9. SEJA PROFISSIONAL: Independentemente da idade ou da juventude, um ambiente profissional exige uma conduta igualmente profissional. Respeita o código de vestuário da empresa e o horário de trabalho. Trata todas as pessoas com respeito e profissionalismo. Deixa a tua vida pessoal em casa e não te distraias com a internet ou as redes sociais. Não sejas demasiado emotivo.

10. CANDIDATA-TE A UM EMPREGO PERMANENTE NA EMPRESA: Na hora de terminares o estágio não tenhas receio de candidatar-te a um emprego permanente na empresa que te acolheu nos últimos meses. Informa o teu chefe ou orientador de estágio que desejas integrar a equipa e defende as tuas competências e a tua prestação durante o estágio. Não vires as costas sem esgotares todas as possibilidades de integrares a empresa.

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Sete comportamentos a mudar para poupares

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1. NEGOCEIA SEMPRE! Não são apenas os comerciantes que têem queda para negociar. Se achas que tens despesas fixas demasiado elevadas, procura reduzi-las através da negociação. Isto é válido para instituições financeiras, seguradoras e telecomunicações.

2. DIVERSÃO A CUSTO BAIXO: Seja criativo na hora da diversão e procura soluções de entretenimento gratuito ou então mais baratas do que o normal. Para começar, consulta os guias da cidade e pesquisar na internet, existem sempre actividades gratuitas a acontecer! Outro aspecto que podes rever é a data de férias: opta pelas épocas baixas, que são mais baratas.

3. ESTIMA AS TUAS COISAS: Parece um conselho da avó, mas a verdade é que se tiveres cuidado com as tuas coisas, estas irão durar mais tempo, evitando o gasto desnecessário de teres de mandar reparar ou até mesmo comprar uma nova.

4. PAGA AS CONTAS A TEMPO E HORAS: Este conselho é muito importante: não deixes acumular as faturas das contas para pagar. Sempre que receberes uma conta, procura regularizá-la e respeitar os prazos-limite de pagamento, evitando o pagamento de juros.

5. EVITA A FIDELIZAÇÃO: Sempre que mudares de companhia de telecomunicações ou fores inscrever-te no ginásio desconfia das marcas que te "obrigarem" a fidelizares-te. Por isso, um bom conselho é procurar uma alternativa mais livre.

6. COMPRAR E VENDER COISAS USADAS: Comprar em segunda mão é uma oportunidade de adquirires produtos a preços mais acessíveis. Se necessitares de comprar uma peça de roupa, um livro, uma peça para computador ou até mesmo um automóvel, procura em páginas no facebook ou sites como o OLX. Aqui podes também ganhar dinheiro ao vender objectos perdidos na garagem...

7. NÃO TE ESQUEÇAS DOS SALDOS: Se tiveres de fazer uma compra, procura por lojas que fazem saldos, pois poderás obter poupanças significativas ou procura fazer as compras em outlets, lojas que vendem produtos com descontos, que normalmente pertencem a colecções anteriores ou têem pequenos defeitos de fabrico.

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Quatro emoções que podem conduzir à ruína financeira

O valor que damos ao dinheiro é influenciado pela forma como ele nos faz sentir: por trás de cada moeda que gastamos há uma emoção envolvida, quer seja o prazer de comer, de comprar algo que necessitamos ou que faça os outros sentirem-se melhores. O que começou por ser um meio de troca, com o tempo adquiriu um significado subjectivo e afectivo, promovendo reacções antagónicas. Há quem adora o dinheiro, quem o odeia e procura formas alternativas de sobrevivência, quem vê no dinheiro uma forma de obter “status” e de alimentar o ego; e há ainda quem lida de forma saudável com este meio de pagamento, mas ninguém o ignora. Conhece algumas emoções que podem originar uma derrocada na tua conta bancária e arruinar as poupanças.

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1. DEPRESSÃO: É importante distinguir as pessoas que têem problemas de sobre-endividamento, entre as que sofreram uma situação anómala associada a condições externas incontroláveis, daquelas que, pela compulsão da compra ou investimento, construíram ao seu redor uma espiral que as levou ao sobre-endividamento. Por isso, a família e amigos devem assumir uma postura mais cooperante e compreensiva por oposição a uma atitude critica. O primeiro passo é ajudar a pessoa a refletir e a assumir que tem um problema, e depois encaminhá-lo no sentido de procurar ajuda, tanto psicológica como financeira.

2. AMOR (COMPENSAR FALHAS AFECTIVAS COM PRESENTES): Não é invulgar vermos relacionamentos amorosos em que um dos membros tenta “comprar” o amor do outro com presentes ou experiências maravilhosas, que por vezes são penosos para o seu orçamento. Ou então, pais que tentam colmatar a sua ausência através de presentes para os filhos. Compensar a falta de tempo ou de afeto com presentes não é uma boa estratégia. É nas atitudes, nas interacções e nas experiências que devem estar as expressões do afecto e não apenas em bens oferecidos.

3. INVEJA: “A galinha da vizinha é sempre melhor do que a minha”, diz o ditado popular. E, para muitas pessoas, este desejo de ter algo que outra pessoa tem pode ser o início de uma espiral de dívidas. Aqui tocamos em dois pontos complicados das relações sociais da sociedade moderna: o incentivo ao consumo e competitividade. O desejo de obter algo que o outro sujeito tem, meramente porque este o tem, deixa escapar uma certa fragilidade. Uma pessoa segura e confiante da sua identidade tenderá a não se sentir ameaçado perante alguém que tenha algo que ele não tem. Nestes casos deverás questionar-se sobre o que te falta internamente e não em termos materiais.

4. PRAZER: Algumas pessoas simplesmente têem prazer em arriscar, gostam da possibilidade de ganhar ou perder e de viver nesta corda bamba. Esta adrenalina pode, em muitos casos, tornar-se num vício e levar ao descontrolo emocional e financeiro. Estas pessoas tendencialmente vão arriscando de forma cada vez mais desafiante. Como em tudo, é necessário haver algum equilíbrio. Quem arrisca demasiado, está sujeito a perder tudo e entrar em situação de bancarrota. Neste sentido, é importante procurares ajuda antes que seja tarde demais.

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Como deixar de viver de “salário em salário”

Há um ritual que é comum entre os moçambicanos e que se repete sempre que o mês termina: ir até a uma caixa ATM, consultar o saldo bancário e verificar se o salário já foi (ou não) transferido para a conta. Por esta razão, o fim de um mês é sempre uma altura positiva.

Persiste, porém, uma ampla franja da população para quem a data de recebimento do salário constitui – mais que tudo – um grande alívio. É o que acontece com as pessoas que vivem de “ordenado em ordenado”. Ou seja, pessoas que estão dependentes do próximo salário para pagar as contas do mês ou fazer as compras de supermercado. Viver neste circulo vicioso pode ser extremamente perigoso pois significa que se acontecer algum percalço financeiro ou uma despesa extra não planeada (como é o caso de uma consulta médica ou de uma avaria no automóvel) os consumidores não têem uma folga financeira que lhes permita fazer face ao imprevisto. Além disto, estes consumidores estão impedidos de traçar objectivos de médio ou longo prazo (por exemplo, fazer uma viagem nas férias, ou mudar para uma casa melhor), porque estão focados na resolução dos problemas financeiros de curto prazo. Toma nota de alguns conselhos para saires desta situação.

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1. ESTEJA ATENTO AOS SINAIS DE ALERTA: O primeiro passo é reconhecer que a sua situação financeira não é saudável. Por exemplo, se não tens poupanças reservadas; se a grande fatia do teu ordenado desaparece da tua conta bancária na primeira semana do mês seguinte e fica apenas com um pequeno montante para gerires ao longo das restantes três semanas do mês; se recorres frequentemente à ajuda financeira de amigos e familiares para conseguires pagar despesas imprevistas; ou se utilizas com demasiada frequência o ‘plafond’ do cartão de crédito para pagares as dívidas que vão caindo, tudo isto são sinais de que a vida financeira está frágil.

2. DESCOBRE OS MOTIVOS QUE ESTÃO POR TRÁS DESTE CIRCULO VICIOSO: Podem existir diversos motivos que levam uma pessoa a viver de “salário em salário”. Por exemplo, numa situação de divórcio ou de separação que obrigam uma pessoa a suportar as despesas totais da casa, quando antes eram partilhadas com o cônjuge. Nestes casos, o salário é esticado ao máximo para garantir o cumprimento de todos os encargos. Dificilmente existe margem de manobra para a poupança. Mas nem sempre o circulo vicioso de “viver de salário em salário” se deve à falta de dinheiro. Os consumidores que não têem hábitos de poupança ou de controlo de despesas; que fazem frequentemente compras por impulso e de forma emocional; e que não têem a rotina de um orçamento familiar mais facilmente tenderão a cair neste circulo vicioso de viver de salário em salário.

3. ESTABELECE UM PLANO DE ACÇÃO E ENVOLVA TODA A TUA FAMÍLIA: Estando identificados os motivos que conduziram a uma situação financeira mais débil, o passo seguinte passa por definires uma estratégia de acção para superares esta fase. Há dois caminhos possíveis: ou se reduz as despesas da família, ou então, opta-se por aumentar os rendimentos do agregado – através de um segundo emprego em “part-time” ou de tarefas que permitam à família obter este rendimento extra.

4. NÃO TE ATRASES A PAGAR AS CONTAS: Este é um ponto fundamental. Atrasares constantemente no pagamento das despesas fixas ou nas prestações mensais dos teus créditos pode implicar o pagamento de comissões ou de juros que vêm agravar ainda mais os encargos da família. Para evitares que isto aconteça é fundamental seres disciplinado no cumprimento dos prazos de pagamento. Para facilitares esta tarefa anota num calendário as datas-chave dos pagamentos ou opta por aderir aos pagamentos por débito directo.

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Oito passos para evitares ser alvo de um ataque de “Phishing”

Roubar dados pessoais através da internet, ludibriando os internautas, é cada vez mais comum.

O “phishing” – uma alusão à palavra inglesa “fishing”, que significa pescaria – é uma técnica de fraude online utilizada por criminosos para roubar códigos de bancos, números de conta e outras informações pessoais. Para tal, são utilizados vários iscos e artifícios para atrair a atenção das vítimas. O meio mais comum usado para este tipo de fraudes é o recurso a websites ou e-mails falsos, que imitam a imagem de uma empresa confiável como uma instituição bancária, seguradora ou operadora móvel.

Os criminosos além de criarem um site ou mail de aparência igual, solicitam aos internautas a actualização de dados bancários, informando aos consumidores que se não o fizerem, a sua conta bancária será cancelada. Normalmente estes sites ou mails fraudulentos contém gralhas e outros tipos de falhas que não se encontram nos sites originais. Além disto, os bancos e seguradoras nunca dizem aos clientes que os seus códigos expiraram e que precisam de ser renovadas.

Os consumidores mais desatentos e desinformados podem cair na armadilha e sem se aperceberem, em vez de estarem a enviar a informação para o banco, estão a facultar os seus dados a um “hacker”. Com estes dados na posse de criminosos está aberta a porta para que a tua conta bancária seja utilizada para pagamentos e compras pela internet e transferências bancárias, sem o teu conhecimento.

Conhece algumas estratégias para evitares cair neste tipo de “armadilhas”.

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1. DESCONFIA DOS E-MAILS QUE RECEBERES E VERIFICA AS EXTENSÕES: Muitas vezes os “hackers” conseguem saber quem te envia e-mails, por isso, mesmo que recebas um de alguém da tua confiança, verifica sempre se está correcto. Basta veres se em vez de .com, está .co. Se o assunto for algo muito chamativo, pode ser motivo para desconfiares também. O ideal é entrares em contacto com a pessoa antes de abrir o link. Sobretudo se tiver as extensões .exe, .scr, .pif, .cmd, cpl, .bat, .vir e zip.

2. TEM ATENÇÃO AOS “LINKS”, AOS ANEXOS E ÀS IMAGENS: O site Infowester alerta para o facto do esquema de “phishing” ser sofisticado ao ponto de aparecer na mensagem um anexo ou um “link” que direcciona para um “malware” que, se for executado, contamina o teu computador com um vírus, permitindo assim ao “hacker” ter acesso a arquivos, monitorizar a tua actividade na internet, entre outras acções. Assim sendo, desconfia sempre de anexos e “links” suspeitos. Nunca os abras.

3. DESCONFIA DE QUEM LHE ENVIA O MAIL: No caso de um e-mail de um banco ou de uma seguradora é habitual o contacto ser sempre feito pela mesma pessoa, neste caso o teu gestor de conta. Assim, caso recebas um mail de alguém que não seja a pessoa com quem habitualmente falas, liga para confirmares se a instituição enviou o mail e qual o motivo do contacto. É sempre bom jogares pelo seguro.

4. USA O TRUQUE DO “CÓDIGO ERRADA”: Se tiveres a menor dúvida quanto ao site ao qual estás a aceder e desconfiares que, por alguma razão, pode não ser o site do teu banco ou seguradora, no momento em que o site te pedir o código pela primeira vez, coloca um código propositalmente errado. Se o sistema aceitar o que digitaste, sem parar a navegação, significa que podes estar a ser vítima de “phishing”. Recorda-te que o verdadeiro site da instituição teria sempre verificado o código e informado que está errada, pedindo para a digitares novamente.

5. NÃO ESCOLHE SENHAS DEMASIADO SIMPLES: Não escolhas códigos demasiado simples ou óbvios. Evita as datas de nascimento, por exemplo, e opta, se possível, por utilizar símbolos e números.

6. MANTÉM SEMPRE O TEU SISTEMA ACTUALIZADO: As tecnologias estão sempre a evoluir, por isso cria o hábito de aceitares as actualizações automáticas propostas pelo programa do teu computador, pois as mesmas podem ajudar-te a corrigir potenciais falhas e a evitares a instalação de programas suspeitos. Desta forma, o computador fica menos vulnerável.

7. TEM SEMPRE O ANTIVÍRUS E O “FIREWALL” ACTUALIZADOS: Esta é uma premissa básica e que pode fazer toda a diferença. O antivírus ajuda a detectar os e-mails maliciosos e o “firewall” cria uma barreira que evita receberes estes e-mails. Porém, a segurança total nunca é garantida, uma vez que a decisão de abrir um arquivo é do utilizador.

8. CRIA UMA POLÍTICA DE REJEIÇÃO DE DOMÍNIOS: A maioria dos “hackers” utiliza domínios registados recentemente para realizar as suas invasões. Tendo esta realidade em mente, o ideal era criares uma politica que rejeita automaticamente e-mails provenientes de domínios com menos de dez dias no mercado. Desta forma, reduzes drasticamente o risco de receberes e-mails de sites de “phishing”.

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5 formas de curtires as férias dos teus filhos gastando pouco

Época de férias é uma delícia, mas, após gastos com presentes de Natal e viagens, entreter os filhos fora da escola pode ficar caro. Nestes momentos, é bom saberes como te divertires com as crianças sem esbanjares – e muito menos te endividares!

Vê aqui 5 programas para fazeres a alegria dos filhos – e do teu bolso 🙂

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1. A CÉU ABERTO:PARQUES E PRAIA: Nada melhor do que tirares as crianças de dentro de casa, para longe da TV e do videogame. Não é preciso ires longe, pode ser até ao parque mais próximo de casa para brincares num baloiço ou para jogar uma bola; e, para quem vive numa cidade de praia, para curtir o mar. Incentiva os pequenos a fazerem novas amizades, apresentando o mundo lá fora.

2. ESPAÇOS CULTURAIS GRATUITOS E POPULARES: Existem várias opções de entretenimento “não-tecnológico”, como bibliotecas, centros culturais, clubes, museus e teatros. Para não pesar no bolso, informa-te nos jornais, na televisão ou na internet. Há opções gratuitas e a preços populares. As bibliotecas, por exemplo, oferecem, algumas, muitas vezes, contos de histórias, teatros e até brincadeiras. Mesmo museus, cada vez mais contam com exposições interactivas ou dedicadas aos pequenos.

3. CULINÁRIA: Imagina a diversão que é, para crianças, brincarem de cozinhar – de verdade. Todas as etapas, que para nós são banais, para uma criança pode parecer o processo de um cientista maluco, de uma poção mágica. Aprender o que vai primeiro, como se faz isto e aquilo, colocar a mão na massa (literalmente!), sentir o cheiro, experimentar, tudo isto deixa os pequenos curiosos e maravilhados. Procura na internet receitas fáceis e rápidas para os menores.

4. MUNDO DA FANTASIA: Entrar na viagem da criança pode ser uma viagem também para os pais. Tu podes te fantasiar, aproveitando roupas antigas ou diferentes do próprio armário, por exemplo. Dá para usares sofás e almofadas de barricada ou para fazeres uma cabana cheia de charme. E até mesmo leres um livro de histórias, interpretando a trama.

5. ENSINANDO A RECICLAR: Aprende a aproveitar o que está à mão. Folhas de papel usadas, por exemplo, ainda têem o verso inteiro para desenhos das crianças – com lápis coloridos, caneta, tinta, o que for. Páginas de jornais e revistas podem transformar-se em origamis, guerras de aviõezinhos, chapéu de pirata e tudo o que quiseres. Papelão de caixas velhas, embalagens de plástico que iriam para o lixo, tudo revisto e repensado como material podem virar componentes de uma nave espacial, um carrinho, um arranha-céu multicolorido ou até uma obra de arte.

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