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Como organizar o tempo e obter sucesso no ensino a distância.

A Formação a Distância já mostrou-se muito mais acessível que a modalidade presencial em diversos aspectos e os motivos pelos quais um aluno decide estudar a distância são dos mais variados. Poder trocar uma sala de aula pelo conforto da própria casa, realizar outras tarefas enquanto estuda, não precisar deslocar-se até outra cidade ou até a faculdade e elaborar os próprios horários são apenas alguns exemplos.

 

Outro factor importante que leva à escolha de estudar a distância é a parte financeira. Muitos não tem condições de arcar com as despesas de um curso presencial e optam por fazer uma graduação de qualidade sem sair de casa.  No entanto, uma das principais vantagens em fazer-se um curso a distância é, sem dúvida, a economia de tempo, já que o próprio aluno faz os seus horários de acordo com a sua disponibilidade. E para aproveitar melhor esse benefício é preciso saber organizar-se.

Ao contrário do que muitos pensam, uma graduação a distância pode exigir muito mais do aluno do que uma graduação presencial. Apesar de todas as vantagens oferecidas, muita dedicação e força de vontade devem ser aplicadas para que a formação seja a melhor possível.

Os passos para obter sucesso ao estudar a distância

O primeiro passo para obter sucesso ao estudar a distância é montar um cronograma com datas e disciplinas. Tu podes, por exemplo, fazer uma tabela com as matérias que devem ser estudadas em determinados dias. Seguir esse cronograma de forma séria e respeitando as datas, horários e disciplinas irá auxiliá-lo a estudar a distância de forma mais organizada.

Evite se distrair com assuntos que não dizem respeito à disciplina estudada. Redes sociais, jogos, conversas, etc. podem atrapalhar a sua concentração e fazer com que aquele tempo destinado ao estudo não seja aproveitado como deveria.

Não assuma mais disciplinas do que a sua carga horária permite. Dedique-se totalmente às matérias do seu período. Fazer mais disciplinas do que lhe é exigido só vai atrapalhar aquelas que realmente devem ser cursadas.

Divida as disciplinas de forma que tu sintas motivado a estudar. Disciplinas que envolvam cálculos devem ser distribuídas de forma que não fiquem concentradas no mesmo dia. O mesmo vale para aquelas disciplinas que exigem muita leitura do aluno.

Faça exercícios sempre que possível. Ao final de cada conteúdo, faça exercícios sobre aquele assunto. Colocar em prática os conceitos estudados é a melhor forma de memorizar e aprender.

Nunca fique com dúvidas. Se tu não entendeste algum conteúdo de forma clara, ou se alguma dúvida surgiu durante os estudos, procure os professores ou tutores do teu curso e esclareça. Algumas faculdades disponibilizam professores online durante quase todo o dia ou durante determinados períodos. Procure se informar a respeito dos horários e da disponibilidade desse atendimento.

Crie um ambiente de estudos adequado. Pode não parecer uma dica importante, mas estudar em um lugar apropriado, com boa iluminação e livre de muitos ruídos externos é essencial para ter uma boa concentração e aprender melhor o conteúdo.

Evite entregar trabalhos de última hora. Quando se faz um curso a distância, depender do computador e da internet é inevitável. Vários imprevistos podem vir a acontecer e impedir que você conclua determinada tarefa. Por isso, evita concluir trabalhos de última hora.

Busca informações adicionais. É de fundamental importância que em todo curso, a distância ou não, o aluno busque informações para complementar o material disponibilizado pela faculdade.

Procura conhecer seus colegas e professores. Mesmo fazendo uma graduação a distância, é muito importante que os colegas de classe conheçam-se e troquem experiências e dúvidas. Além disso, também é de extrema importância que os alunos tenham uma boa interação com os professores. Isto facilita na hora de fazer perguntas e buscar esclarecimento sobre a disciplina.

Esteja preparado para ser independente. Esta modalidade de ensino exige que o aluno seja bastante disciplinado. Quem opta por estudar a distância sabe que precisará desenvolver a autonomia e a iniciativa. Sem frequentar presencialmente a faculdade todos os dias, em horários fixos e com a figura do professor ao lado, é necessário um senso maior de responsabilidade para estudar e cumprir todas as tarefas previstas no curso.

 

 

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Conheça as 7 aplicações fundamentais que vão ajudar-te a estudar.

Vamos mostrar-te 7 aplicações e algumas são decerto conhecidas do público em geral, mas o intuito é mostrar a importância a utilidade destas aplicações, no meio académico.

 

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1. EVERNOTE - Esta é já uma aplicação bastante conecida. Com ela, podem fazer anotações da matéria da aula, capturar imagens, sincronizar notas, fazer gravações de voz, sincronizar documentos com outros dispositivos, existem ainda a aplicação para PC de forma a passares documentos entre PC – Smartphone. Podes ainda criar listas de tarefas, pastas organizadas com os teus documentos, e muito mais!

2. DROPBOX - Esta aplicação já é conhecida por praticamente todos nós. Dropbox é uma ferramente muito útil e imprescindível para quem pretende armazenar e passar ficheiros entre dispositivos. Imagina que crias um documento no smartphone, e necessitas de o imprimir no PC. Basta colocá-lo na tua pasta dropbox e em segundos ele estará disponível no teu PC. Poderás ainda criar pastas partilhadas com os teus contactos, de forma a partilharem documentos, ficheiros, audio, video, e muito mais!

3. DICIOPEDIA MOBILE - Lembram-se dos DVDs da Diciopédia? Hoje praticamente vemos tudo na Wikipédia, mas a Diciopedia era, de longe, muito mais completa (e não necessitava de Internet). Recentemente a Porto Editora lançou a Diciopédia Mobile, e podes agora ter acesso a vários artigos, dicionário, definições, conceitos, etc, através do teu smartphone ou tablet.

4. WOLFRAM ALPHA - Semelhante a um dicionário, a também à diciopédia que apresentámos acima, o Wolfram Alpha é uma ferramenta muito útil para os estudantes, uma vez que os permite consultar a informação que necessitem. Os alunos podem aceder e procurar informações sobre qualquer área, desde matemática, estatística, física, química, astronomia, informática, ciências naturais, geografia, história, cultura ou qualquer outra especialidade.

5. STUDYBLUE - Esta é mais uma fantástica aplicação que te vai ajudar a estudar, e também a organizar o teu estudo. Com o Study Blue podes criar flashcards com a matéria, conceitos, temas a estudar, de forma a que o teu estudo seja mais cativante, e te sintas mais motivado e envolvido na disciplina. Podes ainda criar estes flashcards a partir de documentos do Evernote, bem como partilhá-los com os teus colegas.

6. MY HOMEWORK - Esta aplicação tu vais querer ter no teu smartphone ou tablet! É bastante completa e vai-te ajudar muito a organizar a tua vida de estudante. A app My Homework permite-te gerir a tua agenta, tem calendários, listas, podes marcar os teus exames, datas de entregas de trabalhos, tarefas que tens que fazer, TPC, e muito mais. Podes organizar toda esta informação com etiquetas, e até colocar uma password, como também programar a aplicação para que te notifique assim que uma data estiver próxima.

7. SCHOOL ASSISTANT - O School Assistant é a aplicação que tem como objectivo ser o teu assistente pessoal no processo académico. Ele vai gerir a tua agenda, e determinar certas definições no teu smartphone, como silenciar o dispositivo sempre que estiveres nas aulas. A app vai também lembrar-te dos testes, de estudar para os exames e ainda vais ter acesso a um gráfico de desempenho, onde podes ver onde melhoraste e onde tens que estudar mais.

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O uso da tecnologia na educação

No contexto escolar atual, é impensável fazermos algumas tarefas sem a ajuda de um computador. Pilhas de cadernos, agendas e planilhas de papel foram substituídas por arquivos no computador, que facilitam o fecho de notas, o controle de presenças, a emissão do histórico dos alunos, etc. Provas são ricamente elaboradas com o uso de softwares, internet e editores de texto. Chega um momento, porém, em que a presença de alguns recursos tecnológicos deve deixar de ser imprescindível apenas no espaço administrativo e ocupar o seu lugar onde será mais útil e mais ricamente aproveitada: a sala de aula.

 
Os recursos tecnológicos na escola
É evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas “tradicionais”, ou seja, aulas expositivas nas quais são utilizados apenas o quadro-negro e o giz. O aprender por aprender já não existe: hoje, os alunos precisam saber para que e por que precisam saber determinado assunto. Essa é o típico do aprendizado utilitário, isto é, só aprendo se for útil, necessário para entrar no mercado de trabalho, visando ao retorno financeiro. A internet invade nossos lares com todas as suas cores, seus movimentos e sua velocidade, fazendo o impossível tornando-se palpável, como navegar pelo corpo humano e visualizar a Terra do espaço sem sair do lugar.

Uma vez que os alunos gostam tanto de aulas que utilizam a tecnologia, por que não aproveitar essa oportunidade e usá-la a seu favor? A aula pode entusiasmar os alunos de maneira ao menos parecida com que são excitados pelos jogos e filmes de alta qualidade em efeitos especiais. A escola precisa modernizar-se a fim de acompanhar o ritmo da sociedade e não se tornar uma instituição fora de moda, ultrapassada e desinteressante. Embora lentamente, ela faz isto. Saber que o aluno aprende com o que lhe prende a atenção todos sabem. A questão é: estão os professores, as escolas e os sistemas de ensino preparados para tal mudança?

Aulas modernizadas pelo uso de recursos tecnológicos têm vida longa e podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, para diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado. O trabalho acaba tendo um retorno muito mais eficaz. É importante, no entanto, que não haja apenas uma revolução tecnológica nas escolas. É necessária a revolução na capacitação do docente, pois a tecnologia é algo ainda a ser desmistificado para a maioria dos professores.

Existe uma infinidade de programas disponíveis para montagem de exibições de slides, de atividades interativas e jogos; porém, alguns professores não sabem como utilizá-los. Utilizar o computador em sala de aula é o menor dos desafios do professor: utilizar o computador de forma a tornar a aula mais envolvente, interativa, criativa e inteligente é que parece realmente preocupante. O simples fato de transferir a tarefa do quadro-negro para o computador não muda uma aula.

 
O que esta sendo feito e o que é possível melhorar

Os recursos tecnológicos devem servir como extensões do professor. Ideias abstratas tornam-se passíveis de visualização; o microscópico torna-se grande; o passado torna-se presente, facilitando o aprendizado e transformando o conteúdo em objeto de curiosidade e interesse. O essencial é que as aulas obedeçam a uma cadeia de ideias que deixe o aluno orientado em relação ao que está aprendendo. Cada aula não é uma aula, e sim uma aula que veio antes de uma aula e depois de outra. O aprendizado deve ser interligado.

Em língua portuguesa, por exemplo, podem ser trabalhados textos utilizando apenas um computador e um programa, o Word. A professora pode incluir comentários nos textos dos alunos sem alterá-los e depois pedir que revisem. Outra actividade interessante é pedir aos alunos que pesquisem na internet um texto narrativo e solicitar que mudem o gênero textual para poesia ou teatro. A internet é uma fonte riquíssima e excelente aliada do professor de português. Podem ser realizadas produções de textos baseadas em histórias em quadrinhos. Sites de notícias podem ser visitados para analisar, por exemplo, como determinado país divulgou um acontecimento de âmbito mundial.

Nessa sequência, pode-se trabalhar o texto jornalístico, e os próprios alunos montam um jornal da escola utilizando programas no computador. Gráficos e tabelas no Excel podem ser elaboradas com o auxílio do professor de matemática; artigos sobre o meio ambiente e alguma questão que envolva a comunidade local podem ser criados com o apoio dos professores de ciências e geografia. O mesmo jornal pode ser trabalhado no formato de telejornal, e os alunos poderão fazer gravações com câmaras digitais. As videoconferências, realizadas através de programas como o Skype, por exemplo, são particularmente úteis para o professor de língua estrangeira, que poderá acordar com professores de outros países que ensinam a língua em questão, em séries equivalentes, para que os alunos possam conversar on-line.

A internet tem papel fundamental no ensino de língua inglesa. É a fonte natural da língua, mais acessível para alunos de qualquer contexto social. Desde formulários para diversas finalidades até a inscrição em muitos sites de relacionamento terão de ser preenchidos em inglês. Isso já representa uma necessidade de aprender uma língua estrangeira, uma vez que muitos querem uma razão para isso. Vídeos no Youtube, músicas e vários outros recursos são mais alguns exemplos de que não é necessário viajar para o exterior para ter contato com falantes nativos de inglês.

As possibilidades
Diante de tantas possibilidades, convém saber que existem estudiosos que já pensaram a respeito e que escrevem ricamente sobre o assunto, dando ao professor subsídios para o planeamento de aulas com um pouco mais de segurança e bastante criatividade. No livro Cem aulas sem tédio, as professoras Vivian Magalhães e Vanessa Amorim (2003) defendem a ideia de que precisamos enfrentar os nossos medos e utilizar os recursos tecnológicos como apoio para as nossas aulas. Enfatizam ainda que os professores jamais serão substituídos pela tecnologia, mas aqueles que não souberem tirar proveito dela correm o risco de ser substituídos por outros que sabem. O uso da internet em sala de aula fornece subsídios para um ensino mais centrado no aluno e em suas iniciativas (Leventhal, Zajdenwerg e Silvério, 2007). Além de abrir perspectivas durante as aulas, revela-se como uma útil ferramenta na área de pesquisa para projectos, desenvolvimento de leitores e acesso à informação.

Outro aspecto interessante é que, em sua maioria, o material disponível na internet, ou mesmo filmes e documentários, não respeitam uma sequência linear de aprendizado. Assim, levando-se em consideração o conhecimento prévio do aluno, é possível proporcionar um envolvimento completo, uma interacção ampla com o mundo que o cerca. Ele precisa ser desafiado para que possa aprender efetivamente, conforme o conceito elaborado por Vygotsky (1984) acerca da zona de desenvolvimento proximal (ZDP). Ela se refere à distância ente o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes.

O papel do professor, segundo essa teoria, é o de mediador, auxiliando o aluno a alcançar seu potencial máximo, aproveitando todos os benefícios educativos que os recursos tecnológicos podem oferecer. O vídeo, por exemplo, é um grande aliado da ação pedagógica, já que está diretamente ligado ao conceito de lazer. Desse modo, o professor traz para a sala de aula um elemento da realidade do aluno, fugindo da linguagem tradicional da escola, que é normalmente o padrão escrito.

Um papel que precisa ser reavaliado é o da televisão em sala de aula. Há um grande número de programas a serem analisados a fim de introduzir um conteúdo, aprofundá-lo ou ilustrá-lo, como novelas, desenhos, noticiários, documentários, clipes, programas de auditório, entre outros. Segundo Moran, “Tudo o que passa na televisão é educativo. Basta o professor fazer a intervenção certa e propiciar momentos de debate e reflexão” (2006).

Independentemente do recurso tecnológico em questão, o professor é o sujeito capaz de mediar o aprendizado e torná-lo mais atrativo, divertido e interessante para os alunos. Os recursos tecnológicos, bem mais do que aguçar a curiosidade do aluno em relação ao que está sendo ensinado, ajudam a prepará-lo para um mundo em que se espera que ele conheça, além dos conteúdos escolares, todos os recursos por meio dos quais esses conteúdos foram trabalhados.

São muitos os benefícios trazidos pelos recursos tecnológicos à educação. Contudo, é preciso que o professor conheça as ferramentas que tem à sua disposição se quiser que o aprendizado aconteça de fato. O uso das tecnologias na escola está além de disponibilizar tais recursos; ele implica aliar método e metodologia na busca de um ensino mais interativo.

 

 

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Celebração do Dia Internacional da Alfabetização

O Grupo Local juntou-se mais uma vez ao Ministério da Educação associando-se à celebração do Dia Internacional da Alfabetização e aproveitamos para repassar a importante mensagem passada por Sua Excelência Senhor Ministro da Educação Jorge Ferrão: ” Moçambique comemora o Dia Internacional da Alfabetização há 40 anos e hoje orgulho-me de vos passar a mensagem da parte do Ministério da Educação com alguns dados do caminho positivo que tem vindo a ser feito: ” Em 1975, só 7 em cada 100 jovens e adultos sabiam ler e escrever, em 1980, 21 em cada 100 e hoje já estão alfabetizados 55 em cada 100. Cada um de nós pode fazer a sua parte, seja solidário!”

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Sabes como um curso online pode melhorar a tua vida?

Ser estudante não significa apenas estudar e terminar a escola. Um bom curso complementar para a tua vocação é meio caminho andado para arranjares um bom emprego depois de terminados os estudos. Se já sabes qual é a tua vocação, podes começar já hoje a pesquisar cursos no na internet.

Quando descobrires um curso que te agrade, podes inscrever-te e aumentares os teus conhecimentos, qualquer que seja a tua área. Marketing, DJ, multimédia, artes e design gráfico são as áreas com mais ofertas de cursos online. Existem também escolas especializadas no ensino gratuito à distância.

Se queres fazer uma formação online, em Moçambique existem opções para todos os gostos. Faculdades como o ISCED, a UP, a UEM e a Universidade Católica, já leccionam cursos à distância.

Como podes usar as redes sociais para o estudo?

Já pensaste como Facebook, Pinterest, Twitter ou Tumblr te podem ajudar nos teus cursos online ou mesmo na escola? O facto de poderes criar grupos e páginas permitem que te juntes com os teus colegas e partilhem trabalhos, apontamentos e ideias.

Vais ver como a envolvência com professores e com os teus colegas nunca mais será a mesma. Basta colocares os fones, meteres música e concentrares-te no estudo.

O Pinterest, que já deves conhecer, é uma espécie de quadro magnético online que te permite afixar imagens e artigos de toda a espécie. Ora pensa neste quadro como o quadro da tua sala de aula online e onde podes partilhar notas, gráficos e todo o tipo de apontamentos?

Por falar em Pinterest, é também uma das formas de encontrares cursos de toda a espécie em que vais aprender mais facilmente a partir de imagens.

Nos Estados Unidos já existem universidades que usam Pinterest, e outras redes sociais para o cursos online. São ferramentas que permitem aos estudantes falar uns com os outros e com os professores, partilhando trabalhos e apontamentos.

Qualquer que seja a tua vocação, os cursos na Internet, juntamente com as redes sociais, são o melhor material escolar alguma vez criado, quando usado com contenção, claro.

 

 

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Conheça as 7 dicas para melhorar o teu desempenho académico.

O ISCED dá-te algumas dicas de como melhorar o teu desempenho académico frequentando uma instituição de ensino superior a distancia. Confere abaixo as 7 dicas que facilitam o teu aprendizado online:

 

 

 

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1- ORGANIZA O TEU TEMPO: Define o tempo necessário para te dedicares aos estudos e respeita-o. Embora o ensino a distância te permita realizares outras actividades em simultâneo (trabalho, família, entretenimento, etc.), o segredo está em encontrares o equilíbrio entre os distintos âmbitos da vida pessoal.

2- SEJA SENSATO: Nem sempre é possível dedicares-te totalmente aos estudos. Portanto, seja realista e não assume mais matérias do que a tua agenda suporta. Isso porque, ao invés de agilizares a conclusão dos estudos, poderás acumular reprovações.

3- APROVEITE AS TIC´s (Tecnologias da Informação e Comunicação): Para não ficares isolado no processo de aprendizagem à distância recorra aos recursos tecnológicos disponíveis nas salas virtuais. Ferramentas como fóruns, wikis, chats, vídeos e realidade virtual, além de melhorar o teu ensino/aprendizagem, são pontos de encontro de estudantes e docentes.

4- MOTIVA-TE: Ainda que a maioria dos estudantes desta modalidade não disponha de muito tempo para o estudo, é necessário encontrares a motivação para cumprires as atividades propostas pelo curso ao menos uma vez por dia. Não deixes que a rotina seja cansativa de trabalho e te desvie deste foco. O ensino a distância exige consistência.

5- PRIORIZA SEMPRE O CUMPRIMENTO DAS TUAS ACTIVIDADES: Identifica as obrigações e as tarefas mais urgentes a realizar em primeiro lugar. O ideal é estabeleceres metas diárias e realistas. Programa metas relativamente fáceis de serem alcançadas.

6- AMPLIA OS CONHECIMENTOS: Desperta em ti a curiosidade pela descoberta de novos conhecimentos e não te limites apenas aos conteúdos das aulas. Consulta fontes complementares que contribuam para a expansão dos conhecimentos já adquiridos.

7- REALIZE AS ACTIVIDADES E EXAMES NOS PRAZOS ESTABELECIDOS: É aconselhável que realizes a tempo as atividades e os testes propostos pelos professores ao longo do curso.

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Conhece a mesa que te permite trabalhar deitado

A ideia de trabalhar deitado pode parecer um tanto preguiçosa, mas não é bem por aí.  John Speicher sofreu uma lesão nas costas e não podia continuar a trabalhar sentado em frente ao computador. O que era dificuldade tornou-se inspiração, anos depois, para criar uma estação de trabalho mais flexível, a Altwork.

Desenvolvida em Sonoma Valley, Califórnia, a estação é totalmente reclinável e permite que trabalhes em quatro posições diferentes. A mesa conta com imãs que promovem a estabilidade de periféricos sobre ela, como mouse e teclado.

O co-fundador e SEO do projeto fala sobre a utilidade da criação e seu público alvo: “Nós não estamos tentando criar uma mesa para uso geral. Este projeto é para as pessoas cujo trabalho é operar um computador. Nós estamos olhando para engenheiros, operadores financeiros, animadores, escritores técnicos. Eu sinto que o usuário de computador de alta intensidade está subvalorizado”.

fonte: www.hypeness.com.br

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