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9 dicas importantes para quem vai começar o ensino superior

A preparação para os exames nacionais, a espera pelos exames de admissão, a ansiedade causada pelos resultados. Revê-se nestes momentos? Depois de aguardar com tanta expectativa e, finalmente, ler o próprio nome na pauta de selecionados para o entrar na universidade, é altura de começar a planear o próximo passo. Se este é o seu caso, então vai gostar de conhecer as nossas dicas para quem vai começar a faculdade.

Depois de teres a confirmação que vais entrar na universidade, é altura de aproveitares o tempo de descanso e começares a preparares o início da vida académica. Já estás ansioso só de imaginar? Podes respirar fundo e aproveitar as nossas dicas para te preparares com calma e dedicação.

A espera pelo começo do ano letivo é, provavelmente, o único pensamento que parece não desaparecer e, juntamente com este, vem a vontade de descobrir as novas possibilidades que este momento representa.

Tenta afastar a insegurança. Sim, a vida vai ser diferente daqui para a frente, mas habituares-te às novas rotinas vai ser mais fácil do que pensas. Veja as nossas dicas para começares a faculdade com o pé direito.

 

1. PARTICIPA EM EVENTOS

No início do ano lectivo, é habitual que os alunos e as universidades organizem os mais diversos eventos para receber os “caloiros”. Não importa se o teu objetivo é conhecer melhor os colegas, os professores ou até a estrutura da faculdade, pois o importante, numa primeira fase, é que não te sintas sozinho e comeces a conhecer as caras e espaços que vão fazer parte da tua nova rotina.

 

2. FAZ PARTE DE UM GRUPO ACADÉMICO

As associações e centros académicos, assim como a maior parte dos movimentos criados pelos estudantes, podem ser espaços incríveis para conheceres novas pessoas e integrares-te na vida académica.

Já pensaste, por exemplo, em participar nos movimentos relacionados com o empreendedorismo entre os jovens estudantes? Esta é também uma excelente forma de colocares em prática muito daquilo que aprendes na sala de aula.

 

3. PARTICIPA EM PROJETOS

Começar um estágio ou participar numa pesquisa científica, por exemplo, podem ser actividades que vão contribuir não só para o currículo e o início da vida profissional, como também para construíres uma rede de contactos ou fortalecer a tua vida social. Participa em projectos da universidade sempre que possível e verás que faz toda a diferença.

Procura conhecer a oferta da universidade e opte por aquela que melhor se encaixa no teu perfil, de acordo com os teus objetivos.

 

4. CRIA UM ORÇAMENTO MENSAL

O início da vida na universidade é uma excelente altura para começares a estar atento aos gastos. Aproveita este início e habitua-te, desde cedo, a olhar para as contas, procurando analisar a forma como geres o teu dinheiro.

Esta dica tem particular importância para os estudantes que vão viver longe de casa. Contudo, ainda que continuem a viver com os pais, investir na própria educação financeira é sempre uma boa ideia.

Cria um orçamento mensal e actualiza constantemente. Procura prever os gastos essenciais que tens de assumir e aprende a equilibrá-los.

 

5. SEJA ORGANIZADO

Parece uma dica óbvia, mas a verdade é que o hábito de ser organizado pode não ser natural para todos. Se este é o teu caso, acredita: a organização é fundamental para conseguires dar conta de todas as tarefas e compromissos que vais assumir com a entrada na universidade. Que tal criares listas ou um calendário para ajudar?

 

6. CRIA UMA ROTINA DE ESTUDOS

Já se sabe que o segredo para manteres os estudos em dia e não acumulares matérias para a época dos exames é criares uma rotina de estudos que seja coerente. Faz um calendário e inclui as horas de estudo na tua rotina.

É bastante provável que tenhas de lidar com uma grande carga de leitura em especial se fores frequentar cursos como Direito ou da área de Letras, por exemplo, por isso mesmo, fica de olhos postos na bibliografia que será abordada durante o semestre que os professores costumam indicar com antecedência.

Lê diariamente, seguindo um calendário semanal ou quinzenal, e verás que será muito menos cansativo do que deixares tudo quando já estiveres perto dos exames. Assim, conseguirás tirar melhor proveito dos conteúdos.

 

7. UTILIZA AS REDES SOCIAIS PARA FACILITAR A VIDA ACADÉMICA

Sim, as redes sociais são uma febre comum, mas o que pode ainda não saber é que essas tecnologias podem ser excelentes aliadas, também, para o seu processo de aprendizagem.

Procura páginas que sejam relacionadas com o seu curso, conversa com alunos que frequentam o mesmo curso e, inclusivamente, tira dúvidas sobre conteúdos ou partilha ferramentas que contribuam para os estudos. Faz parte de redes e vais ver que o gigantesco universo das redes sociais é, também, um óptimo pretexto para estudar melhor e aprenderes ainda mais.

 

8. APRENDE A COZINHAR

Ainda não sabes cozinhar? Estás mesmo na altura de repensares a falta deste hábito tão importante. Ainda que continues a morar em casa dos pais durante a universidade, saberes preparar alguns pratos parece bastante interessante para quem quer conquistar a independência.

Com as mudanças na rotina, não serão raras as vezes em que vais precisar de saber encontrar os mercearias e mercados e preparares uma refeição. Aproveita a oportunidade para aprenderes a cozinhar, ou vais passar muitos jantares na companhia de comida congelada.

 

9. SEJA RESPONSÁVEL

Lembra-te dos teus objectivos e fica a saber, desde já, que o professor da universidade não te vai acompanhar como o professor da escola. É preciso saberes lidar com este tipo de liberdade, ou terás problemas com o teu rendimento. Este é, aliás, mais um motivo para que criares uma rotina de estudos e organizes a tua agenda. Define o teu próprio ritmo e cumpra as tuas metas.

 

 

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Estudas muito mas não tiras boas notas?

Estudar pode ser doloroso, sobretudo quando os resultados não correspondem ao esforço.

É daquelas pessoas que passa horas a estudar mas mesmo assim não tens boas notas? Muitas pessoas encontram frequentemente uma enorme discrepância entre o tempo de estudo e os resultados obtidos.  Aqui ficam as nossas dicas para superares este obstáculo e melhorares o teu desempenho.

 

ESTUDO MUITO MAS NÃO TENHO BOAS NOTAS, E AGORA?

Nem sempre estudar muito nos leva a ser bem sucedidos ou, pelo menos, tão bem sucedidos quanto esperaríamos. Conhece os fatores que poderão estar a obstruir o teu processo de assimilação de informação e coloca em prática as nossas dicas para melhorares.

 

1. O ESTILO DE VIDA ADEQUADO

Tal como na aprendizagem de qualquer matéria, vamos começar pelas bases: não percas noites! A parte mais importante do processo de aprendizagem ocorre enquanto dormimos. As memórias de curto prazo tornam-se memórias de longo prazo durante o sono.

Por isso, não deixa de dormir pelo menos 7-8 horas de sono por dia. A privação do sono prejudica o funcionamento pleno do cérebro, o que causa uma diminuição na sua produtividade.

 

2. EXERCITA MUITO .

Faz exercício durante 5 a 6 dias por semana. Muitas pessoas deixam este aspeto para último na sua lista de prioridades diárias, mas isto é um erro. Gerir o teu tempo com responsabilidade também significa teres algum tempo restante para cuidares de ti.

 

3. ALIMENTA O CÉREBRO

Comer de forma saudável é fulcral para teres um bom desempenho. A Organização Mundial de Saúde recomenda comer de acordo com diretrizes nutricionais claras, fáceis de seguir e que garantem uma melhor saúde e uma proteção a longo prazo contra doenças cardiovasculares e diabetes.

Comer saudável também significa obter as vitaminas adequadas para ajudar o teu sistema nervoso a funcionar eficientemente e o teu cérebro a concentrar-se nos estudos.

4. ORGANIZA-TE

Organiza-te. Estudar a todo momento e a qualquer hora não é eficaz. Reserva 2 a 3 horas por dia para estudares intensivamente, faz pausas para te alimentares e para te hidratares e mexe-te: o movimento ajuda a processar a informação.

 

5. MELHORA OS TEUS MÉTODOS DE ESTUDO

Tens a impressão de que é “lento” e de que “precisa de mais tempo do que os outros” para assimilares a matéria que estudaste? Provavelmente, o teu problema reside nos métodos de estudo que usas.

Tendo melhorado o teu estilo de vida, o teu cérebro funcionará com toda a sua capacidade. Agora é hora de trabalhares nos estudos propriamente dito.

Em primeiro lugar, tens a certeza de que está realmente a estudar? Para aprenderes de forma eficiente tens que estar num estado de concentração máxima: não pode haver lugar para distrações, uma visualização rápida do feed do Facebook ou uma resposta àquela SMS que acabou de chegar.

 

Usa cartões de estudo. Uma das maneiras mais eficazes de memorizares informação. Pode fazê-lo manualmente – escreve o conteúdo mais importante em pequenos cartões coloridos e coloque-os dentro das páginas do manual  de estudos – e também virtualmente, com varias aplicações disponíveis na internet.

Tira notas. Muito mais eficiente do que apenas sublinhar partes de textos, tomar notas e pensar criticamente sobre o conteúdo irá ajudar-te a dominar a informação. Podes desenvolver o teu próprio estilo ou adotares um já existente. De qualquer forma, combina as tuas necessidades e tempo com o sistema que fores a escolher, uma vez que tomar notas requer um investimento significativo de tempo.

Pense visualmente. Usa mapas mentais, desenhos e fluxogramas para ilustrar as tuas ideias. 60% das pessoas respondem melhor aos estímulos visuais quando se trata de aprender. Descubre se é uma delas e tente aprender o mais visualmente possível.

 

 

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Conheces os 4 níveis da leitura?

Já ouviste falar que não existe nada melhor que uma boa leitura? E sabias que esta boa leitura possui níveis diferentes de compreensão? Pois é, quanto mais aprenderes a lidar com cada um dos chamados 4 Níveis da Leitura, mais prazeroso será desfrutares um bom livro.

Existem 4 níveis de leitura: todos igualmente importantes porque permitem-te avançar de um para o outro. Numa altura em que passas grande parte dos teus dias a ler, descobre como aperfeiçoar esta arte e pô-la a trabalhar para ti.

 

1. Leitura Elementar

O nível mais básico da leitura é apresentado nos primeiros anos escolares. Há quem aprenda mais fácil e rapidamente a ler do que outros mas, regra geral, todos sabem ler a partir da escola primária.

 

2. Leitura Inspecional

O segundo nível de leitura é quando rapidamente passamos os olhos por algo para determinar se merece ou não uma leitura mais aprofundada. Aqui existem dois tipos de leitura:

  • Leitura em Cruz– É literalmente isso mesmo, lermos “na diagonal”, nomeadamente títulos, subtítulos, bolds, citações, listas, índice, sinopses das costas dos livros e outras partes dos textos mais chamativas. Este é um excelente método de filtragem, mas para ser bem aproveitado tem de ser realizado com algum tempo.
  • Leitura Superficial– Tal como o próprio nome indica, esta é uma leitura leve onde, de facto, lê, mas sem parar para refletir, para voltar atrás ou pesquisar algum conceito que não tenha percebido de imediato. Esta primeira leitura superficial é a preparação para uma leitura muito mais aprofundada, se chegar à conclusão que o artigo ou o livro em questão o merece.

 

3. Leitura Analítica

Este terceiro nível é, por si só, um novo e importante passo na arte de aperfeiçoar as tuas capacidades de leitura. Quando chegares a este ponto, deixaste para trás a leitura superficial e a simples absorção de informação para pores o teu pensamento crítico a trabalhar, ou seja, vais mais longe e queres perceber os significados mais profundos do texto. Mas atenção, terás de aperfeiçoar a tua leitura inspecional antes de poderes dedicar-te em pleno à leitura analítica. Para realmente perceberes um livro, de princípio ao fim terás de cumprir alguns princípios básicos, tais como:

  • Identificar e classificar o assunto como um todo
  • Dividir o livro nas suas principais partes, esquematizando estas
  • Definir o(s) problema(s) que o autor está a tentar resolver
  • Perceber bem os termos e palavras-chave do autor
  • Assimilar a importância daquilo que o autor está a propor
  • Conhecer os argumentos do autor
  • Determinar se o autor resolve ou não o(s) problema(s) que apresentou
  • Apontar os locais onde o autor está pouco ou mal informado, ilógico ou incompleto

 

4. Leitura Sintópica

Ler vários livros sobre um único assunto pode, de facto, tornar-te num especialista no assunto mas, o verdadeiro impacto estará na forma como lê todos esses livros. E é aí que entra a leitura sintópica. Enquanto uma leitura analítica de dez livros sobre o mesmo tema vai fazer de ti um especialista naquilo que aqueles dez autores tinham para dizer, uma leitura sintópica vai permitir que desenvolvas a tua própria perspetiva sobre o assunto, o que te pode tornar um especialista na área. No fundo, a leitura sintópica não é mais do que uma mistura inteligente daquilo que lês, com as tuas experiências de vida e com toda a informação e conhecimento que tens vindo a acumular ao longo da mesma. É toda esse pacote que te vai permitir criar ligações, opiniões e ideias inesperadas e inovadoras. É assim que um leitor se torna num verdadeiro especialista. Uma boa leitura sintópica é constituída por cinco passos essenciais:

  • Inspeção– Voltamos à leitura inspecional, simplesmente porque é ela que te vai ajudar a escolher os dez ou vinte livros que precisa de ler de uma imensidão de obras que certamente existem sobre o mesmo tema. A partir daí é importante que identifique, de forma rápida e eficaz, quais as partes mais pertinentes ao assunto que pretendes focar.
  • Assimilação– Segue-se a leitura analítica que te vai permitir identificar a linguagem (termos e palavras-chave) utilizada por cada autor, assimilando-a numa só linguagem que tanto pode ser a de um desses autores, como uma terminologia desenvolvida por ti.
  • Perguntas– Agora é importante focar a procura das respostas para as tuas próprias perguntas, ao contrário da importância inicialmente dada aos problemas que o autor está a tentar resolver no seu livro.
  • Assuntos– Cada vez que fazes uma boa pergunta, expões um novo assunto e é por isso mesmo que os especialistas têm muitas vezes respostas diferentes e até contraditórias para a mesma questão. Agora é precisamente aqui que está o ganho: quando conseguires perceber as múltiplasperspetivas de um único assunto (baseado em tudo aquilo que lês claro está), vais poder discutir inteligentemente o tema e definir as tuas próprias conclusões. Se forem muito distintas das opiniões das restantes pessoas, tanto melhor – aviva e prolonga a discussão!
  • Conversar– O aspeto mais importante da leitura sintópica não é descobrir a verdade, mas sim fomentar a conversa e a discussão saudável sobre o mesmo assunto: é aí que reside todo o valor acrescentado! E num grupo de discussão, é a grande diferença entre quem está bem informado e quem acha que está bem informado!

 

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15 Dicas que todo estudante deve saber antes de entrar na universidade

A mudança do secundário para a universidade é sem dúvida uma grande mudança na vida de qualquer estudante, contudo adiantamos-te hoje 15 situações que só vais perceber na universidade.

 

  1. Quando te dizem que tens que estudar, tens mesmo que estudar. A faculdade não é uma maçã doce e é preciso estudares bastante para conseguires notas satisfatórias. Ou isso, ou ter muita sorte.
  2. Há festas todos os dias, em algum lado. Cabe-te a ti decidir quando te deves divertir ou não.
  3. Tens que saber cozinhar, principalmente se fores estudar para fora de casa. A independência exige estas coisas. Caso contrário, passarás a vida a comer fast food, o que não é nada saudável.
  4. Ter uma actividade extracurricular é importante. Podes juntar-te à Associação de Estudantes, ir para um clube desportivo ou inscreveres-te num núcleo de dança ou teatro. Todas estas actividades podem valorizar, de certa forma, o teu currículo.
  5. Quando o professor sabe o teu nome, pode ser muito bom sinal mas também pode ser péssimo. Se te tiver em boa conta, poderá lembrar-se de ti quando estiver a dar as notas, o que te poderá beneficiar. Pode também acontecer o contrário e a coisa não correr bem para o teu lado. Tudo depende de ti.
  6. Existem imensos tipos de professores na faculdade. Cabe-te a ti analisar o perfil de cada um quando estiveres em aula para realmente perceberes com quem estás a lidar.
  7. Vais fazer alguns amigos e imensos conhecidos. É importante conhecer pessoas noutros cursos que poderão ajudar-te numa cadeira cujo professor seja o mesmo.
  8. Um 10 pode saber a 20. Tudo depende da dificuldade da cadeira. Terás cadeiras às quais só irás desejar mesmo passar e cadeiras que te irão correr melhor e às quais passarás com uma boa nota.
  9. Por vezes passarás noites inteiras a estudar. Às vezes são estas noites que te safam no teste.
  10. O café será um grande amigo. Mas convém não abusar porque já se sabe que tudo o que é demais pode ser prejudicial.
  11. A biblioteca é um grande local de estudo. Se gostas de silêncio, este é o local ideal de estudo para ti. Caso contrário, poderás utilizar o bar ou uma sala específica de estudo que poderá estar aberta toda a noite consoante a universidade.
  12. Deixar coisas para a última da hora é a pior coisa que podes fazer, principalmente trabalhos. Se não fizeste o trabalho com antecedência, o mais certo é que terás que passar as últimas horas que faltam para a entrega a tratar do assunto. Se não corres o risco de ter uma grande negativa.
  13. Vais deixar alguém copiar por ti e essa pessoa terá melhor nota que tu. Isto é quase certo que aconteça por isso é melhor mentalizares-te já.
  14. Alguns apontamentos valem ouro. Caso tenhas que faltar a alguma aula importante, pede os apontamentos emprestados. De certeza que farão o mesmo contigo.
  15. Conhecer pessoas de anos anteriores é indispensável. Já passaram pelo que estás a passar por isso poderão ajudar-te com a matéria, fornecer-te exercícios resolvidos, entre outras coisas que te facilitarão o estudo.

 

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15 Dicas infalíveis para enfrentares o resto do ano lectivo

Daqui até aos exames é um piscar de olhos. Se não usaste as férias para pôr alguma matéria em dia, começa já a recuperar o tempo perdido. Regressares à faculdade com energia e determinação pode evitar-te algumas noitadas e angústias, e garantir-te bons resultados no final do ano.  Segue estas dicas e facilita a tua vida.

 

1. Cria um horário

Usa o calendário do Google para organizares a tua vida… toda! Anota as aulas, o estudo, os trabalhos, os testes, as aulas de condução, a ida ao cabeleireiro/barbeiro, a visita de um amigo, tudo! Parece obsessivo mas é a única forma de garantires que não te vais esquecer de nada e que conseguirás planear tudo a tempo.

 

2. Evita maratonas de estudo

Vários estudos constataram que fazer pequenas pausas durante o estudo é essencial para manter a concentração. A cada hora de estudo, para durante 5 minutos, e a cada duas, para durante 10, e a cada três interrompe os estudos por 30 minutos. Outro truque que resulta, é alternares as matérias ou as disciplinas. Olhares para temas diferentes é uma maneira de recuperares a atenção do teu cérebro.

 

3. Dorme bem

É mais fácil dizer, do que fazer, mas é importante que tentes dormir um mínimo de seis ou oito horas por noite. Menos do que isso vai deixar-te cansado na manhã seguinte e com mais dificuldades de concentração.

 

4. Estuda de manhã

Se tens aulas no período da tarde não cai na tentação de ficares a dormir até tarde. Aproveita a manhã para fazeres revisões, adiantares trabalhos e avançares nos estudos. Não é preciso seres um cientista para perceberes que ao final do dia vais estar mais cansado e é difícil resistires aos convites dos teus amigos para saíres depois das aulas.

 

5. Reserva um tempo para ti

Esta é uma fase importante do ano, mas não podes dedicar-te ao estudo a 100%. As notas e o teu corpo vão ressentir-se disso. As pessoas que conseguem equilibrar o estudo e tempo para fazer atividades que lhes dão prazer são as que conseguem melhores resultados. Ires ao cinema com um amigo depois de uma tarde de estudo é um prémio merecido.

 

6. Faz exercício

A actividade física é crucial, especialmente em épocas de estudo mais intensas. Começares o dia a fazeres ginástica ou fazer depois de algumas horas de revisões fará toda a diferença. Os exercícios físicos aceleram a circulação do sangue e leva mais oxigénio ao cérebro, aumentando a produtividade e reduzindo o cansaço e o stresse.

 

7. Anima o estudo

Não precisas de estudar com música, basta usares um pouco de cor. Usa os marcadores fluorescentes para sublinhares as partes mais importantes da matéria e faz resumos com canetas de cores diferentes, pois, estas técnicas irão ajudar-te a memorizar melhor.

 

8. Bebe muita água

O cérebro precisa de estar bem hidratado para funcionar a 100%. Passares uma tarde a ler os livros e não conseguires entender metade da matéria é frustrante para qualquer pessoa. Evita estas situações, dando ao cérebro o que ele precisa, e água é um dos nutrientes de primeira necessidade. Bebe entre 8 a 10 copos de água por dia.

 

9. Estuda num lugar calmo

A biblioteca da faculdade é um dos melhores locais para estudares. É calmo, está longe da tua cama, do sofá da sala, da televisão e do computador. É fundamental estudares num local calmo, onde te sintas confortável e não corras o risco de seres constantemente interrompido.

 

10. Usa apontamentos

Não basta leres os livros, é fundamental ires anotando as ideias-chave, simplificando as partes mais difíceis, e fazendo resumos. Quantas vezes já te aconteceu estar a ler um livro e ter a noção de que ‘não está a entrar nada’? Pois é, tomares notas à mão é uma das melhores formas de memorizares e descodificares a informação. E para muitas pessoas, o segredo para conseguires bons resultados, é reescrever varias vezes os apontamentos, até conseguires memorizar.

 

11. Alimenta-te bem

Sem combustível o teu carro não anda, tal como sem comida o teu cérebro não funciona. E se o  carro não anda sem ser com o combustível certo, também o cérebro só funciona com os alimentos adequados. Alimentos com vitamina B são ótimos para a concentração, enquanto outros como o chá, café e algumas carnes podem aumentar o seu stresse. Fazer pequenas refeições a intervalos regulares, ajuda-te a não se distrair com a fome e a teres a energia necessária para fazeres uma boa secção de estudos.

 

12. Pratica antes das provas

Não nos cansamos de repetir isto porque é realmente importante. Leres e fazeres apontamentos representam uma boa parte do teu estudo, mas fazeres exercícios e responderes a exames e testes dos anos anteriores é fundamental para obteres bons resultados. Por vezes não basta saberes a matéria, é preciso estares em alerta sobre a forma como ela é questionada nas provas e exercitar a forma como a vais transpor para o papel. Poupa tempo e stresse se tiveres obtido esta informação em testes e exames anteriores, e tiveres percebido quais as ideias-chave a que o professor dá mais importância.

 

13. Pede ajuda

É natural que mesmo com um esforço de mais planeamento e organização, se veja em apuros em algumas fases deste semestre. Por vezes, surgem imprevistos e de repente tudo se acumula e da a impressão que nem que ficasses acordado 24 horas por dia conseguirias dar conta de tudo. Se assim for, pede ajuda. Procura o gabinete de apoio ao aluno e expõe as tuas duvidas. Pessoas com mais experiência conseguirão dar-te dicas úteis para reorganizares a tua agenda e estabeleceres prioridades. O ideal é conseguires fazer sozinho, pois tal faz parte do crescimento, mas é preferível pedires ajuda do que tentares esforçar entender uma matéria que não percebas.

 

14. Usa a família e os amigos

Antes das provas pede a quem está à tua volta para te fazer perguntas. Podes dar-lhes um guião de perguntas, mas o ideal é que também eles saibam algumas respostas. Se fizeste uns bons apontamentos, desafia os teus pais ou um amigo a porem os teus conhecimentos à prova. É uma forma de se exercitares e de quebrares a consumpção do estudo solitário. Com a vantagem de poder discutires algumas matérias com outras pessoas.

 

15. Seja optimista

Se apesar de todo este esforço, surgir alguma nota negativa, pensa que não é o fim do mundo. O ideal é conseguires uma boa média, mas há muitas pessoas bem-sucedidas que não saíram da faculdade com 20 valores.

 

Se seguires estes conselhos vais conseguir fazer grande parte do estudo a tempo e horas, evitar stresses desnecessários, sentir-te melhor.

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Como estudar em casa: 7 Hábitos essenciais

Estamos no meio do ano lectivo e os professores são fundamentais para a formação escolar e académica, mas o processo de aprendizado é contínuo e deve ser complementado e enriquecido em casa com estudo adequado. Por muito fáceis que sejam os conteúdos e mesmo que alguém possua uma capacidade de apreensão excelente, estudar com em um bom ambiente é fundamental para atingir boas notas e a casa é o campo de treino ideal. Posto isto, saiba como estudar corretamente em casa e consiga os melhores resultados.

 

1. Cria um ambiente confortável

O ambiente que rodeia o estudante tem influência direta na concentração e no sucesso do estudo. Assim, deves estudar num ambiente iluminado, sentar-te numa cadeira confortável, ter uma secretária para organizares os materiais de estudo e manteres o local sempre limpo e arrumado. Este é um aspecto fundamental, porque a tua casa é o único sítio onde podes dominar completamente o espaço que te rodeia.

2. Evita os ruídos

Apesar de estares em casa, existem sempre divisões mais barulhentas que outras, por isso, deves procurar sempre um lugar silencioso, decente e onde dificilmente serias incomodado ou interrompido. Estudares em voz alta ajuda imenso a assimilares certos conceitos e conteúdos, pelo que evitando o ruído pode colocar esta estratégia em prática. Se conseguires concentrar-te melhor com música, deves também colocar, de preferência num volume baixo.

3. Desligar-te das distrações

A partir do momento em que inicias a sessão de estudo, deves desligar-te dos teus amigos, das redes sociais e daquilo que está a acontecer na televisão. Desliga todos os aparelhos que poderão ser um foco de distração, já que estes irão apenas atrasar o teu estudo e, muito provavelmente, sabotar as tuas notas.

4. Arranja motivação

Por vezes é difícil arranjar motivação para colocares o estudo em dia ou preparares um exame que se aproxima. Contudo, a motivação é essencial para qualquer tarefa e o estudo não é exceção. É mais proveitoso estudares meia hora motivado e concentrado naquilo que estas a fazer, do que estudares cinco horas por esforço e com intervalos de 20 minutos.

5. Entra no espírito

Estudar em casa é um pouco como trabalhar a partir de casa: é necessário multiplicares os níveis de energia e criares um espírito de ação. Se atacares os teus manuais e livros de exercícios de pijama e cara por lavar, é provável que não entres no espírito da tarefa que tens pela frente. O simples facto de te vestires e te comportares como se fosses trabalhar fornece-te uma concentração e motivação extra.

6. Mnemónicas e amigos

Existem muitos truques para otimizares o sucesso do estudo. Se usares fórmulas ou mnemónicas de apreensão de ideias, teorias e conteúdos, acabarás por estudar menos tempo e obteres melhores resultados. Os amigos podem também ser importantes, já que o diálogo e discussão da matéria lecionada ajudam a fixar melhor certos conceitos e ensinamentos importantes. Quando precisares desses conteúdos, irás lembrar-te da discussão com os teus colegas e saberás do que falar.

7. Gerir os denominadores

A organização e o planeamento são fundamentais para conseguires estudar em casa. Começa por planear quando e onde vais estudar, sabendo desde cedo quais sãos as matérias que tens de atacar primeiro e fazendo planos mentais daquilo que irás estudar e o que deixarás para mais tarde. Depois deves gerir muito bem o tempo que tens disponível, fazendo intervalos para refeições e para descomprimires um pouco. Se não estas a conseguir concentrar-te, é preferível parares para fazer um jogo no computador ou para veres um episódio de uma série do que insistires e acabar por não fazeres render o tempo.

 

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Dicas para escolheres o a formação superior ideal

O último ano do Ensino Médio é uma das etapas mais importantes da vida de um estudante. É sinal de que o exames aproximam-se e, com eles, a oportunidade de tomar decisões que poderão afetar todo o seu futuro.

Este momento pode ser tão empolgante quanto assustador, afinal, tens uma enorme responsabilidade em tuas mãos. Se chegaste nesta etapa sentindo-te perdido, sem saber o que queres e muito menos como decidires qual curso superior fazer.

Neste artigo, te apresentaremos 6 dicas para ajudar-te a fazer uma auto-avaliação, pesquisar melhor sobre as possibilidades disponíveis e descobrires qual é curso ideal para ti.

 

1. Analisa as tuas preferências

O primeiro passo para guiar a tua decisão é refletires sobre quais são as áreas que mais gostas. Pensa nas disciplinas que fazes atualmente: tu é do grupo dos que adoram Matemática? És um grande apreciador das aulas de História? Contas os dias para treinares as tuas habilidades nas aulas de Inglês ou Espanhol?

A partir desta análise, conseguirás saber, ao menos, qual grande área do conhecimento como as ciências humanas, exatas, biológicas, sociais ou da linguagem, encaixam-se melhor com o teu perfil pessoal. Com isto bem definido, conseguirás, no mínimo, eliminar muitas possibilidades e direcionares melhor as tuas opções.

 

2. Avalia as tuas habilidades

Identificar tuas habilidades pessoais é uma etapa tão importante quanto descobrires quais são as tuas preferências. Na hora de fazeres a “sondagem” dos cursos de licenciatura, é preciso ir além do gosto pessoal: deves considerar quais são os teus talentos, aquilo fazes bem, tuas características positivas e também as negativas, afinal de contas, o ideal é investir nos teus pontos fortes.

Na maioria das vezes, as habilidades pessoais coincidem com as nossas preferências, mas nem sempre é assim. Pode acontecer que gostes das aulas práticas de Química, por exemplo, mas tens bastante dificuldade para lidar com as fórmulas e cálculos.

Neste momento, deves pensar bem se não vale mais a pena dedicares-te a uma área que tenhas mais facilidade e, é claro, que também te dê prazer.

 

3. Pensa nas tuas expectativas e prioridades

Outro ponto importante a ser considerado na hora da escolha do curso de licenciatura é o que planeaste para o teu futuro. Para isto, é importante identificares quais são as tuas expectativas de vida e o que tens como prioridade não só no presente, mas também para o futuro.

Um bom exercício para obteres estas respostas é te questionares sobre qual é o padrão de vida que desejas ter. Pretendes ganhar dinheiro e desfrutar de uma vida luxuosa? Ou te importas pouco com bens materiais e desejas apenas teres conforto e alguma estabilidade? Estás disposto a sacrificar as tuas preferências pessoais por uma carreira com maior retorno financeiro?

É necessário lembrar que, enquanto algumas profissões são mais valorizadas no mercado e pagam salários mais altos, outras têm rotinas mais tranquilas e flexíveis.

 

4. Conhece a fundo cada curso

Neste ponto, já deves ter selecionado pelo menos algumas opções de cursos de licenciatura, correcto? Então, chegou a hora de tirares o foco de ti mesmo e estudares cada uma das possibilidades de forma prática.

A internet está repleta de informações sobre os mais diversos cursos, basta uma boa pesquisa nos grandes buscadores para encontrares sites e blogs com detalhes de cada um deles, como a duração, as áreas de atuação e a grade curricular.

Outra boa maneira de saberes mais sobre os cursos que desejas fazer é participando das feiras de profissões que são promovidas por algumas instituições de ensino. Neste tipo de evento, é possível assistires palestras ministradas pelos coordenadores e professores dos cursos em questão, conheceres mais sobre a abordagem da instituição e tirares dúvidas diretamente com eles.

 

5. Estuda o mercado de trabalho

Como mencionamos nos tópicos anteriores, a escolha do curso ideal não se baseia simplesmente em gosto pessoal. As questões práticas também devem ser consideradas, e a situação do mercado de trabalho é um ponto que tem bastante peso.

A internet também é uma boa aliada para descobrires como anda o mercado, qual é a demanda por profissionais, a média de horas trabalhadas e a faixa salarial, por exemplo.

Você também pode conversar com parentes e conhecidos que já actuam na área para descobrires mais sobre o dia a dia da profissão, quais são as vantagens e os principais desafios, tanto para quem está no início da carreira quanto para aqueles que já estão consolidados profissionalmente.

 

6. Faz testes vocacionais

Se chegaste até aqui e ainda não conseguiste tomar uma decisão sobre o melhor curso de superior para ti, nossa dica final é procurares um bom teste vocacional para auxiliar-te a ter mais autoconhecimento.

Existem inúmeras opções de testes vocacionais, muitos deles disponibilizados gratuitamente na internet ou até mesmo pelas instituições de ensino. Faz uma pesquisa em sites confiáveis e conversa e pede a orientação da equipe pedagógica da tua escola, se for o caso.

Outra opção é buscares ajuda de profissionais especializados em orientação vocacional, como psicólogos, psicopedagogos e coachs. Eles farão um trabalho personalizado e mais aprofundado, o ajudando a identificar as tuas características pessoais, preferências e habilidades que influenciarão na escolha do curso ideal para ti.

Esperamos que as nossas dicas de hoje possam te ajudar a direcionar a tua escolha para que tu tomes a melhor decisão para o teu futuro. Mas não te esqueças: nada na vida é definitivo e, caso faças uma opção equivocada, sempre há tempo para voltares atrás e escolheres um curso superior novamente.

Então, não tenhas medo de mudar de ideia caso descubras que o que escolheste não é exatamente o que esperavas.

 

Dicas para escolheres o a formação superior ideal
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O que fazer quando tens que voltar para casa dos teus pais depois de terminar a faculdade?

Para muitos jovens, a primeira saída de casa dos pais acontece quando vão fazer a faculdade. Por vezes, fixam-se numa cidade diferente daquela onde cresceram. No entanto, para cada vez mais jovens, esta saída nem sempre é definitiva. Muitos regressam a casa dos pais depois de finalizarem o curso, o que os obriga a algumas alterações no estilo de vida a que estavam habituados. Saiba o que fazer quando tem que voltar para casa dos pais depois da universidade.

 

1.  Saiba com o que contar em termos financeiros.

Se, durante o tempo em que viveste fora de casa, vivias da mesada paga pelos teus pais, fala com eles acerca de como vai ser depois do regresso a casa. Se eram eles que pagavam as despesas relacionadas com o alojamento, agora que estás de volta a casa é sensato receber menos do que antes, uma vez que terás menos gastos.

 

2. Define objetivos e traça planos.

Encara o regresso como algo temporário e aproveita para definir o que vais fazer a seguir. Para te manteres motivado, é importante definires uma data de saída (mesmo que depois não a cumpras), nem que seja apenas para ti. No entanto, seja realista e evita sair antes de ter a certeza de conseguires ter independência financeira.

 

3. Procura trabalho activamente.

Não aproveita o regresso a casa para tirares umas férias por tempo indeterminado. Nos primeiros dias após o fim do curso, podes e deves aproveitar para descansar, mas continue atento às ofertas de trabalho que possam aparecer. Atualiza o teu currículo e começa a procurar trabalho de forma pró-activa o mais rapidamente possível.

 

4. Começa a pagar o empréstimo-estudante.

Durante o período de procura de emprego, mesmo enquanto viveres da mesada dos teu seus pais, faz a gestão do teu dinheiro de modo a começares a pagar o eventual empréstimo-estudante. Não espera até teres um salário para começares a reembolsar a dívida, mesmo que apenas consigas fazer pequenas amortizações.

 

5. Começa a poupar.

Do mesmo modo que não deves esperar por um futuro salário para vires a reembolsar o empréstimo-estudante, também não deves adiar o início das poupanças. Mais vale poupares pouco do que não poupares nada. Lembra-te de que vais precisar do dinheiro acumulado quando voltares a sair de casa.

 

6. Define fronteiras.

Depois de passares algum tempo apenas a depender de si próprio, pode ser difícil voltar ao convívio com a família e teres de cumprir os horários familiares. Se antes não precisava de avisares se jantava, agora deve fazer. Se, entretanto o teu quarto já tinha sido utilizado para outras funções, mostra-te compreensivo, mas não hesita em explicar de forma calma e ponderada que gostarias de voltar a ter o teu espaço e a tua privacidade.

 

 

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4 maneiras de encontrares motivação para terminares a faculdade

A formação superior é uma grande conquista. Cada vez mais estudantes moçambicanos vão para as universidades e obtêm diplomas que abrem inúmeras portas no mercado de trabalho. Conquistar esta vitória, no entanto, também é um desafio de dedicação e esforço diários. Se tu estas desanimado, sem motivação para ir para a faculdade ou nem sabes se vais fazer um curso superior, não desista!

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1. TERMINAR O QUE COMEÇOU: Tu podes estar na faculdade por diversos motivos: vontade dos pais, oportunidade no trabalho ou simplesmente por que achas que este é o passo óbvio a ser dado depois do ensino médio. Independentemente da razão, tu estas na universidade, já iniciou o teu curso. Esta é a etapa básica, primordial, para conseguires terminar. Mesmo que suas razões não sejam muito claras, começar o que terminou já é uma justificativa suficiente para te esforçares mais.

2. DIVERSIDADE DE ATUAÇÃO: O ensino superior abre as portas para oportunidades inesperadas de fazer aquilo que tu realmente gostas. Ele dá liberdade suficiente para que tu escolhas, dentro da mesma profissão, diversos campos diferentes de atuação. Com um único diploma tu tens a chance de fazer diferentes coisas e se sentir realizado em cada uma delas.

3. FAZER O QUE REALMENTE AMA: A escolha do curso é o passo inicial para fazeres aquilo que tu realmente amas. A partir de tuas preferências, desejos, objectivos e inclinações naturais, tu escolhes a profissão que mais se encaixa com o teu perfil. A graduação é, portanto, a formalização desse sonho.

4. REPRESENTA UMA ENORME CAMINHADA: Um diploma é muito mais do que um pedaço de papel. Ele representa anos de esforço nos estudos, desde os primeiros anos de alfabetização, de lágrimas, falhas, suor e trabalho árduo. Não foste apenas tu que lutaste por esta conquista, mas também os teus pais ou responsáveis, que estiveram ao teu lado para possibilitar esta vitória.

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3 Passos para escolheres o curso superior que combina contigo.

Se existisse uma receita ou fórmula para ajudar-nos a escolher o curso certo, muita pessoas não iriam largar a faculdade antes de concluir a graduação por falta de afinidade com a área. Um agravante dessa situação é que geralmente somos levados a definir a profissão muito cedo e, quando nos damos conta, estamos dentro de um curso que nada tem a ver com nosso perfil.

Mas, para evitar que esse tipo de arrependimento ocorra, é possível seguir alguns passos que, se não te levarem para o curso certo, ao menos terão eliminados muitas escolhas erradas que tu pudesses fazer ao longo da tua trajetória.

Confere quais eles são:

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Segue o teu coração: Nesta época crucial, familiares, professores e amigos costumam opinar sobre qual é o melhor curso para ti. Com tanta pressão e expectativa girando em torno de ti, muitas vezes tu acabas seguindo os conselhos de todos, menos a tua própria consciência. Portanto, pense bem nas tarefas ou tópicos que mais lhe fazem feliz. O que tu sempre quiseste fazer? Com o que desejas trabalhar? Lembra-te de que, se tu estiveres completamente certo da tua escolha, não há quem possa fazer com que mudes de ideia. Se não souberes, procura uma orientação profissional ou faz um teste vocacional. É só a partir destas considerações que tu deves saltar para a próxima etapa.

Pesquisa bastante¬: Agora que tu já sabes para qual área queres ir, é hora de pesquisares como ela comporta-se. O mercado é favorável? Há muita concorrência? O retorno é bom? E o índice de empregabilidade, é satisfatório? Estas são algumas perguntas que devem ser feitas e respondidas mediante a muita pesquisa em jornais, noticiários, internet, consulta com profissionais que já actuam na área.

Escolhe o curso certo: Depois de refletires e pesquisares, é chegado a grande momento de escolheres o melhor curso de Licenciatura. Mais uma vez, o que vale aqui é a sondagem acerca não só do curso, mas da instituição que a oferece. Avalia e compara as matrizes curriculares, vê quais apresentam as matérias mais interessantes para ti. Visite a infraestrutura da universidade e o seu histórico, seja no local ou pela internet. Por último, se possível conversa com quem já fez o curso e fica a saber quais são os pontos altos e baixos. Marca o “x” no curso apenas quando tiveres certeza do que estás a fazer. Tu não vais querer cursar seis meses a um ano e teres a sensação de que “perdi tempo”.

Resumindo em apenas 3 passos o complexo dilema da escolha do curso de Licenciatura pode parecer pretensioso. Mas a nossa intenção é de ajudar-te a fazer a melhor escolha do curso e, caso já tenhas te decidido, a conquistares a experiência e formação que o ensino superior te proporcionará. Não é tarefa fácil, mas tu terás a nossa ajuda para escolheres o curso, consciente de que ele será a melhor opção na qual tu vais investir nos próximos anos.

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